quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

ENCONTRO COM O ESCRITOR PEDRO SEROMENHO


No dia 13 de janeiro, os alunos da escola de Fragoso e de Aldreu receberam a visita do escritor, contador de histórias e ilustrador, Pedro Seromenho, na escola sede do Agrupamento.



 Num ápice, a sala encheu-se de olhares atentos e curiosos e repletos de encantamento.

 


Com o seu olhar terno e divertido e uma caneta mágica, Pedro Seromenho ilustrou cenas do seu último livro “ Seis Lendas com legendas”, cativando a atenção de todas as crianças para o desenrolar das suas belas histórias.

 

 

No final, foram distribuídos livros pela Biblioteca Municipal de Barcelos a todos os alunos, sendo os mesmos autografados e ilustrados pelo próprio autor, para mais tarde recordar este momento tão especial.



 

A Escola agradece toda a colaboração prestada pela Biblioteca Municipal de Barcelos e a disponibilidade e atenção do escritor Pedro Seromenho.



quarta-feira, 30 de novembro de 2022

Ler para Pensar: Dar Voz às Palavras

 CLUBE DE LEITURA 


No âmbito do Clube de Leitura, dinamizado nas aulas de SEP, e tendo em conta o objetivo/eixo «Tempo para ler e pensar», os alunos do 9º ano redigiram comentários escritos a partir de cartoons e de excertos do livro O rapaz ao fundo da sala, de Onjali Q. Raúf.
Para além do prazer da leitura, foi trabalhado o aperfeiçoamento da técnica de comentário, assim como o espírito crítico com exploração das diferentes temáticas do livro .

 «A mãe(…) Diz que os melhores livros são aqueles que deixam em nós mais perguntas do que respostas e que essa parte é a melhor de todas: irmos nós próprios à procura de respostas noutro lado. (…)» p.51

In O rapaz ao fundo da sala, Onjali Q. Raúf, Booksmile



A leitura é fundamental para o nosso desenvolvimento.
No cartoon, podemos observar um regador a regar as plantas, mas este adquire o formato de livro, e, por sua vez, as plantas o formato de cérebros, tudo em tons entre azul e verde.
Penso que este cartoon está relacionado com o quão ler é importante e ajuda na evolução do cérebro. Com os livros adquirimos muito conhecimento e criatividade. Considero que a água seja a sabedoria e curiosidades e está a ser derramada sobre os cérebros, ou seja, a enriquecê-los com a leitura.
Além disto, a expressão abaixo está também relacionada com o cartoon, visto que com um só livro podemos interligar o que sentimos com o que estamos a ler e, muitas vezes, ficamos admirados com o facto de se enquadrar tão bem, daí a expressão “nós próprios à procura de repostas noutro lado”. O “outro lado” poderá ser só um dicionário, caso não percebamos alguma palavra, mas também os nossos pensamentos.
Por fim, concluo que ler é fundamental, tanto para procurar saber mais e desenvolver o nosso cérebro, como para procurar respostas para as nossas imensas perguntas.

Maria ,  9ºA


No cartoon, vejo um livro que representa um regador e que está a regar um cérebro.
Acho que, no cartoon, dá-se a entender que os livros enriquecem o nosso conhecimento. Já na mensagem proferida pela narradora refere que os melhores livros são aqueles que deixam em nós mais perguntas do que respostas e, para podermos esclarecer as perguntas, temos de ir à procura das respostas. Por outo lado, isso relaciona-se com o cartoon no sentido em que, quando lemos livros, ficamos mais inteligentes e curiosos. E por isso, surgem perguntas e vamos à procura de as tirar, como é referido na mensagem citada pela narradora.
Conclui-se que através dos livros ficamos mais inteligentes e sábios, já que também ficamos mais curiosos e com perguntas e que é divertido ir à procura das respostas, e que nos podem levar a outros lugares e podemos ser tão sábios como os outros.
Em suma, é muito importante ler! Vamos despertar as mentes!

Luís  Neiva  9ªA


«Mas preocupava-me o Brendan Brook Maldoso. É o bully da Turma. (…) passa a maior parte do tempo a perseguir os que são mais pequenos do que ele pelo recreio. Não é muito inteligente, e tem ódio a quem seja (…).» p.29

In O rapaz ao fundo da sala, Onjali Q. Raúf, Booksmile







Na maioria das escolas, existem alunos/as a sofrer de bullying . Mas não só nas escolas. Hoje em dia, existem muitas pessoas maldosas por todo lado.
No cartoon que me foi apresentado, é possível ver um menino triste com uma mochila às costas, provavelmente iria para a escola. Ele está a ver-se ao espelho e a imaginar um monstro em cima dele, monstro esse a que chamamos de “bullying”.
Junto com o cartoon está também um excerto, que refere um menino que fazia bullying na escola contra os que eram mais pequenos do que ele e não gostava de quem era inteligente, apesar de ele não ser
muito.
A meu ver, este cartoon e este excerto estão relacionados, pelo facto de, na imagem, o menino aparentar estar com medo de ir para a escola, pois devem exercer bullying sobre ele; e, no excerto, apresenta um rapaz que fazia bullying com os colegas. Também acho que muitas das pessoas que fazem estes atos maldosos pretendem apenas mostrarem-se e sentirem-se superiores aos outros. Às vezes, isto acontece quando os agressores estão a passar por uma fase má, não quer dizer que é o que está a acontecer no
cartoon e no livro de onde foi retirado o excerto, mas pode acontecer.
Depois disto, devemos aprender a tentar falar com o agressor para chamá-lo à razão e fazê-lo ver que o que está a fazer não está de todo correto. Mas também é importante tentar perceber se está tudo bem da parte de quem pratica o ato malvado.

Afinal, não é só a vítima que terá de ser ajudada, mas também o agressor. Quem sabe se não terá sido uma vítima também outrora?

Mariana Ribeiro 9ºB

Este cartoon representa um dos maiores problemas, um dos piores atos que a sociedade, ou grande parte dela comete: o bullying.
Isso afeta a saúde mental das pessoas, e muitas vezes, prejudica também fisicamente e até pode condicionar o comportamento da vítima em relação às outras pessoas. Muitas vezes, o bullying acontece das duas formas que referi anteriormente.
Posteriormente, quem sofre desses atos perigosos e agressivos ficam mais solitários, tristes e sentem-se incapazes, não se sentem suficientes. A confiança e a autoestima das mesmas ficam muito baixas, quando se olham ao espelho não gostam do que veem, da sua forma física e de tudo em geral.
Mas há pessoas que sofreram bullying e felizmente conseguem superar e ficar bem com elas próprias. Conseguem olhar para trás e sentirem orgulho de terem conseguido superar e de recuperarem a saúde mental e física.
Considero que quem passa por isto tem de ganhar força ou tentar ganhá-la para seguir com a sua vida em frente e não ficar presa ao passado.
Com estas palavras retiradas da obra, o narrador, na minha opinião, quis referir que o “bully” persegue as outras pessoas, não é inteligente e que tem ódio a tudo e a todos.
Por outro lado, temos de conhecer a pessoa, a sua história para ajudá-la a ultrapassar todos esses sentimentos ruins que ela tem dentro de si e fazê-la parar de cometer esses atos de humilhar os outros para se sentir superior. Provavelmente, é uma necessidade do ser humano que faz isso, o “bully” tem uma espécie de capa de mauzão para se esconder e se proteger.
Concluo que tanto a vítima como o “bully” precisam de ajuda, de serem compreendidas e ajudadas por especialistas, amigos e os seus familiares.

Inês Sousa, 9ºB

«- Ouviram falar da nova criança refugiada que entrou para a escola? (…) vai dar chatices. Só vêm para cá para ficar com os nossos empregos! (…)» pp.36-37

In O rapaz ao fundo da sala, Onjali Q. Raúf, Booksmile




Hoje em dia, o tema da guerra e da integração de pessoas estrangeiras nos países que não são os seus países-natal  é muito falado.
O cartoon mostra um rapaz de três anos, morto numa praia da Turquia. Ao lado dele, há um pedido de imigração para o Canadá, recusado, mesmo sendo refugiado.
A meu ver, interpreto isto como alguém que tentou sair do seu país, em guerra, pedindo residência noutro, o que não foi possível. Assim sendo, penso que tentaram fugir de barco, ou de jangada, e acabou morto.
O que acho realmente lamentável são comentários como o da Sra. Grimsby, uma das personagens do livro O rapaz ao fundo da sala. Estas pessoas, refugiadas saem dos seus países à procura de asilo, de um ligar para viver, e de certeza que não saem do país para " ficar com os nossos empregos! ". Não acho incómodo que nenhuma pessoa de outro país queira fazer algo, ter um papel para ajudar na sociedade, e também querer fazer algum dinheiro.
Na minha opinião sincera, acho horrível fazer-se estes tipos de comentário enquanto há pessoas a morrerem, como se vê no cartoon.
Refugiados não vêm para os nosso país para nos tirar o que quer que seja! Eles vêm para viver!
Com isto, o que quero dizer é que devemos dar a todos uma oportunidade, ou, pelo menos, tentar pormo-nos na situação da pessoa em causa.
O cartoon constitui um alerta, bem como a obra de Onjali Q. Raúf.

Beatriz Seoane, 9ºC

Este cartoon aborda a situação dos refugiados quando tentam fugir da guerra dos seus países.
Na imagem, podemos ver uma praia, com uma criança síria morta na areia. Veste uns calcões azuis, uma camisola vermelha, calça uns sapatos pretos e tem cabelo curto e castanho. Podemos também ver, ao seu lado, uma carta, com um pedido de imigração para que a criança possa fugir da guerra, e por cima podemos observar um símbolo a dizer que o seu pedido de imigração foi recusado.
Conseguimos relacionar o cartoon com o excerto retirado do livro “O rapaz ao fundo da sala” visto que quando os refugiados fogem para outros países têm de ouvir comentários desnecessários, como por exemplo o que foi referido pela Sra. Grimsby. Talvez isso também influencie um pouco os pedidos de imigração serem muitas vezes negados.
Penso que o cartoon nos mostra uma situação horrível que, infelizmente, acontece várias vezes e que precisa de acabar. Na minha opinião, podemos ainda associar metaforicamente a cor da camisola do menino ao sangue não só dele, mas de todas as vidas perdidas por causa da guerra e dos pedidos de imigração e ajuda negados.

Inês Silva, 9º C

Desde há muito tempo, os refugiados são discriminados, ou pela sua nacionalidade, ou pela sua cor, ou pela sua forma de ser ou simplesmente por ser refugiado. Mas será mesmo correto fazê-lo?
Já muitos documentos, livros, imagens mostram-nos a crueldade dos que se acham superiores em relação aos refugiados, traumatizados pelas guerras no seu país. 
A meu ver, não é correto, pois é um gesto grotesco matar pessoas inocentes, que procuram uma vida melhor para os seus descendentes. Crianças também morrem, como o caso mais falado, em 2015, de Avlan Kurdi, a criança refugiada, oriunda da Síria, encontrada morta, numa praia turca. O cartoon retrata essa realidade.
Penso que também existem casos em escolas em que os próprios pais tentam afastar os seus filhos dos refugiados, pois acham-nos perigosos  e que só lhes vão trazer aborrecimento. Pensam ainda que só lhes querem tirar o trabalho, deixando-os desempregados. 
O livro O rapaz ao fundo da sala, de Onjali Q. Raúf, mostra-nos exatamente isso, a ganância dos de cá para com os de fora, o medo e a insegurança em deixar os filhos sozinhos com um refugiado na escola. Também o comentário da Sra. Grimsby, umas das personagens do livro, é ilustrativo desse pensamento.
Por fim, acabo por dizer que mesmo com comentários, por vezes inventados, acerca dos refugiados, devemos pensar que são humanos como nós,  vêm para o nosso país para procurar uma vida melhor. Apenas temos de os aceitar como aceitamos os outros.

Matilde Maciel,  9ºC

segunda-feira, 21 de novembro de 2022

SEMANA CONCELHIA DA CIÊNCIA




A Rede de Bibliotecas de Barcelos (RBEB) promove, de 21 a 25 de novembro, a Semana Concelhia da Ciência. No nosso agrupamento o Departamento de Ciências Exatas e a Biblioteca Escolar juntam-se a estas comemorações com a realização de diversas atividades, destacando-se a final do concurso de aviões e o encontro online, no dia 24, com a autora da coleção “O Clube dos Cientistas”, Maria Francisca Macedo, dando-se assim início à participação no Concurso da Ciência e Escrita Criativa.
 





terça-feira, 18 de outubro de 2022

OUTUBRO-MÊS INTERNACIONAL DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES

 Em outubro celebramos as bibliotecas escolares, lembrado desta forma a importância do seu papel nas escolas.  A biblioteca escolar é um centro fulcral para o desenvolvimento de todas as literacias e desenvolvimento das competências essenciais dos alunos. 
Este ano, a proposta da Rede de Bibliotecas Escolares propõe como mote LER PARA A PAZ E HARMONIA GLOBAIS. 
Depois de refletirmos com os alunos do 6.º ano sobre o tema, as professoras de Português dos 6.º A, B e C lançou-lhes o seguinte desafio:  
E para ti, o que é a Felicidade?
Já alguma vez refletiste sobre o que te faz feliz?
Os alunos expressaram por palavras este sentimento: 


Felicidade para mim é...

Para mim a felicidade é quando faço as coisas que eu mais gosto: jogar futebol com os meus amigos e divertir-me na escola…
Eu adoro ser feliz, mas às vezes fico triste quando me obrigam a fazer o que não gosto. Mas nós temos de aprender a gostar de tudo.
Diego 6ºA

Para mim a felicidade é poder viver, poder sentir.
É poder participar, brincar, jogar, estar com os amigos...
Também é estar feliz e ver os outros felizes. Saber que estamos saudáveis, saber que estás perfeito, espantoso, que és bonito como és!
Margarida, 6ºA

Para mim, a felicidade é quando eu tenho um sorriso na cara, quando estou no shopping, quando estou com a minha família, quando a minha família tem saúde, quando vou ao parque, quando vou à praia.
Marta, 6ºA

A felicidade para ser encontrada em pequenos momentos da vida, como satisfazer o próximo ou realizarmos o que nos satisfaz ou o que nos compete.
Ser feliz, para mim, na escola, é ter boas notas, portar-me bem e deixar o meu pai e os professores contentes.
Mas pode significar outras coisas como ver a felicidade dos outros e viver breves momentos da minha vida.
João Vila-Chã, 6ºA

A felicidade sente-se quando estamos com as pessoas que mais amamos. Há momentos em que sinto isso. Quando estou em família, sinto a maior felicidade. A felicidade não se procura, só se encontra. Como muita gente diz, assim como a praia é feita de minúsculos grãos de areia, a felicidade é formada da união de pequenas coisas. Eu sinto-me feliz quando estou com os meus amigos.
Sofia, 6ºA

Para mim, a felicidade é um sentimento que toda a gente gosta de ter. Para ter essa sensação é preciso que esteja tudo bem e como essa pessoa gosta.
Eu, por exemplo, gosto de jogar no computador e sinto-me feliz quando o faço.
Dinis, 6ºA

Para mim a felicidade é ver a minha família bem, feliz e com saúde.
Ter amigos para compartilhar os bons momentos da vida.
Acabar o ano letivo com boas notas e ver a minha prima nas férias.
Soraia 6.ºA

A felicidade é um sentimento belíssimo.
Para mim a felicidade é ficar com os meus amigos, ser livre, ter momentos risonhos, passar tempo com a minha família e ter saúde.
Claro que a felicidade não aparece sempre pois temos momentos bons e momentos maus.
João Torres, 6.ºA

Para mim a felicidade é uma coisa radical.
Quando estou feliz, faço as coisas com orgulho, faço as coisas realmente bem.
Também me sinto feliz quando tiro boas notas 555555.
A felicidade fica bem em toda a gente! Se todos fossem felizes e orgulhosos do bem, o mundo era muito melhor.
Vamos todos tentar ser felizes!
Rafael 6.ºA

A felicidade para mim é brincar com os meus amigos, ver televisão, dormir, jogar futebol, correr, saltar, ser livre, ser criança e estar com a minha família.
Mas o mais importante é ter saúde e ser feliz.
Márcia, 6ºA


A felicidade para mim é brincar com as minhas amigas, sair para ir ao shopping, ficar em casa a ver Netflix, ir para a casa da minha prima, ter tarde livre à quarta-feira, cozinhar com a minha mãe, não ter de arrumar aos sábados, desenhar e ir a parques aquáticos.
A felicidade é a sensação que eu mais gosto neste mundo, faz-me sentir bem disposta e agradável.
Lídia 6ºB



A felicidade para mim é divertirmo-nos, brincarmos.
É fazer o que nós gostamos, por exemplo: ver televisão, jogar futebol, chatear a minha irmã, passear, ir fazer compras, pintar desenhos, estar com a família, ir ao rio ou a piscina.
A felicidade para mim acaba por ser algo que faço no meu dia a dia e que também não impeça a liberdade dos outros.
Carolina  6ºB

Felicidade é ter amigos, tardes livres, férias, jogar futebol, estar com a minha família, é viver. Felicidade para mim é ser feliz.
Gonçalo Vale, 6ºB


A Felicidade é ter alegria e respeito na nossa vida.
A Felicidade é conviver com os amigos e com a família.
A Felicidade e estar com as pessoas mais importantes para nós.
Beatriz, 6.ºB

Felicidade para mim é conviver com a minha família, ir para a escola e estar com os meus amigos.
Jogar telemóvel, andar de patins, andar de bicicleta, andar de skate, jogar à bola, ir para a natação.
Brincar com os meus primos, conversar com a minha avó, estar com o meu pai e a minha mãe no sofá a ver televisão, assistir a filmes, estar em casa a andar de trotinete e viver em harmonia. 
 Matilde, 6º B


A felicidade para mim é um dos melhores sentimentos que se pode sentir.
Sentes a felicidade quando alguém te faz feliz, quando a tua família te dá prendas e tu gostas.
Ser feliz é fazer o que tu gostas, ser feliz é ter paz, é se livre e ter amor.
É ter um bom coração para seres feliz e dar a felicidade aos outros.
Rosana, 6ªB

O que me faz feliz?

  O que me faz feliz é estar com cavalos, porque me faz sentir seguro, dá-me conforto e também porque é um animal com espírito e personalidade. Para além desse, também gosto muito de vacas e cães.
  Gosto de estar e conviver com pessoas que eu gosto, sobretudo as da minha família. 
    Gosto de passear e conhecer novos sítios, principalmente históricos, brincar e divertir-me com os meus primos. Adoro comer, pois sinto-me bem, é demasiado gostoso!

   Fábio Júnior, nº4, 6ºC

terça-feira, 19 de julho de 2022

Concurso Campeonato da ciência e escrita criativa

 Numa iniciativa da 20|20 Editora, com o apoio da RBE (Rede de bibliotecas Escolares), os alunos embarcaram numa aventura de leitura, escrita, ciência e muita imaginação.

Motivados pela leitura sugestiva de duas obras da coleção, “Os contrabandistas de Cristais” e “Perigo na Floresta”, as turmas do 5.º A, 5.º B  e 6.º A escreveram uma nova cena de um momento do livro em que as personagens se veem em apuros e propuseram outras soluções. Este processo teve por base a investigação científica, a criatividade, o pensamento crítico e a transdisciplinaridade, e concretizou-se num texto, por turma, com cerca de 800 palavras e a elaboração de um protocolo experimental com base científica para as soluções que levam as personagens a saírem vitoriosas.

Os trabalhos criados e levevados a concurso tiveram por base a coleção “Clube dos Cientistas”, de Maria Francisca Macedo. 


Projeto "Construtor de histórias"

O projeto “Construtor de Histórias” foi desenvolvido em contexto de sala de aula e teve como intuito o desenvolvimento da escrita criativa e a articulação entre ciclos. Além de desenvolver a escrita, facilitou a aquisição de competências no domínio da cidadania e desenvolvimento. Os alunos do 3º, 4º e 5º anos participaram com muito entusiasmo nesta atividade, tendo sido criadas estórias muito interessantes por todos os alunos envolvidos. 

terça-feira, 17 de maio de 2022

Escola Básica de Fragoso vence terceiro prémio do Concurso "Campeonato de Ciência e Escrita Criativa"


Campeonato da Ciência e Escrita Criativa 2021/2022 

A Biblioteca Escolar lançou o desafio e as turmas do 5.ºA, 5.ºB e 6.ºA meteram “mãos à obra” e, neste caso, literalmente. Tendo por base a coleção “Clube dos Cientistas”, de Maria Francisca Macedo, recomendada pelo Plano nacional de Leitura, apresentaram-se a concurso com textos inéditos, no “Campeonato da Ciência e Escrita Criativa 2021/2022”.
Numa iniciativa da Pinguim Educação, com o apoio da RBE (Rede de bibliotecas Escolares), os alunos embarcaram numa aventura de leitura, escrita, ciência e muita imaginação.
Motivados pela leitura sugestiva de duas obras da coleção, “Os contrabandistas de Cristais” e “Perigo na Floresta”, as turmas escreveram uma nova cena de um momento do livro em que as personagens se veem em apuros e propuseram outras soluções. Este processo teve por base a investigação científica, a criatividade, o pensamento crítico e a transdisciplinaridade, e concretizou-se num texto, por turma, com cerca de 800 palavras e a elaboração de um protocolo experimental com base científica para as soluções que levam as personagens a saírem vitoriosas.
No dia 5 de maio de 2022 foi dado a conhecer o resultado dos trabalhos que se destacaram em ambas as áreas: história original e protocolo experimental. “Missão Não Impossível”, do 5.ºA, foi premiado com um honroso 3.º lugar!
Em nota da Penguin Educação, pode ler-se: Pela segunda vez, a resposta a este desafio superou as nossas expetativas. É visível a motivação, criatividade e todo o trabalho envolvido. O empenho dos alunos e professores em apresentar trabalhos de qualidade foi notável e deixa-nos profundamente orgulhosos.
Consequentemente, o elevado número de excelentes participações não facilitou o trabalho do júri, mas encheu-nos de satisfação e deu-nos a certeza de que a iniciativa terá continuidade.

Parabéns a todos os alunos envolvidos e aos docentes: Clara Neiva, BE; Isabel Forte e Armandina Saleiro, 5.ºA e5.ºB; Cristina Viana e Ana Lima, 6.ºA e, em especial, aos vencedores!

A prof. Isabel Forte 

 

segunda-feira, 25 de abril de 2022

23 de abril: Dia mundial do Livro

 Assinalando o Dia Mundial do Livro (23 de abril), a turma do 5.º B experienciou a forma poética de sentir o Livro. Aqui estão alguns dos poemas inéditos.


Os livros ensinam a ler

Eles têm muito poder

Fazem-nos aprender

Fazem-nos crescer


Quem pouco lê

Pouco vê

Pouco sente

Pouco aprende…


Quem muito lê

Muito vê

Muito sente

Muito aprende!

Soraia Dias

O livro faz-te aprender, partilhar e ajudar.

Corações vão-se abrir para entrar a poesia

Escrever com o coração

Dá-te um grande Dia!

 Jéssica Viana


Um livro é incrível

Tem sonhos maravilhosos!

Gosto de ler para aprender

                    Eduardo Sá


Um livro tem histórias

E ensina a viver

Tem muitas vitórias para vencer!

                         Rosana Quintas

 

Um livro é acolhedor

Um livro é criador

De contos e fadas

E de terror!...

Um livro é criativo

Um livro é sabedoria

É um livro imaginação

É um livro  alegria.

Um livro pode ser paraíso

Ou um sonho

E é tudo o que preciso

Se eu gosto de livros

Tu também podes gostar

É só fechar os olhos

E nele vais entrar.

          Lia Maciel


Um livro é incrível

E muito divertido!

Quando o abro

Subo de nível!

     Afonso Ramos


Quando leio um livrinho fico atento

E, nesse momento, não estou sozinho.

Quando leio um livrinho, eu aprendo muito

Cresço por dentro…mais um bocadinho!

                                      Fábio júnior


Um livro

Há muitos tipos de livros: BD, poesia e prosa

Sem livros não temos sabedoria nem o perfume da rosa…

                                                Marco Sá


Os livros têm muito para contar

As crianças com eles podem sonhar

Os livros aventuram-se comigo

Terra, ar, montanhas, sol, praia e mar

Em todo o lugar para amar!

                                    Lara Queirós.

 

Um livro conta tudo:

Histórias de princesas, fadas e dragões

Cada um lê ao seu gosto

E sente as suas emoções

 

Há livros de poesia

Com rimas e fantasia

Poemas de amor

Criatividade e muita cor!

                    Lídia Gomes


segunda-feira, 11 de abril de 2022

Semana da leitura: a opinião dos alunos

 

A SEMANA DA LEITURA

Os alunos do Agrupamento de Escolas de Fragoso fizeram várias atividades entre os dias 7 e 11 de março, no âmbito da Semana da Leitura.
Uma das atividades foi “10 minutos a ler”, que pretende criar nos alunos hábitos de leitura diária.
A outra atividade foi a Feira do Livro que aconteceu na Biblioteca escolar. Na compra de um livro ofereciam umas lindas flores amarelas cor do sol ou lilases, os chamados amores-perfeitos.
A atividade mais desafiadora foi os “Aforismos da Leitura”, em que os alunos tinham que criar belas frases sobre o poder da leitura, que foram colocadas no site do PNL e expostas na escola.
A atividade mais divertida de todas foi “#estoualer”. Alguns alunos tiraram umas fotografias muito criativas, enquanto liam um livro: uns a ler no chão, outros escondidos dentro do armário, outros a dançar e muitos acompanhados dos seus animais. Quem será o vencedor? Certamente será alguém que se esforçou bastante, mas todos deverão ter orgulho de si próprios por ter participado nesta atividade.
A Semana da Leitura é importante, porque realizam-se várias atividades sobre algo importante que é LER.
A leitura faz parte da nossa vida, precisamos dela para viver e nunca a vamos esquecer.

Daniela Pombo, 6.ºA

quinta-feira, 7 de abril de 2022

Encontro com a escritora Manuela Mota Ribeiro

No dia 7 de março fomos à biblioteca da Escola de Fragoso ouvir uma história.
A escritora Manuela Mota Ribeiro contou-nos a história “Kiko o dentinho de leite”.
Era uma vez um menino que se chamava Tomás que não gostava de lavar os dentes.
O Kiko era um dente que ficou com cáries e por isso o Tomás começou a ter dor de dentes.
Foi ao dentista e ele disse-lhe: - Estás com cáries porque não lavas bem os dentes.
O dentista limpou os dentes ao Tomás e o Kiko ficou muito feliz porque ficou a brilhar…
O Tomás prometeu que ia escovar sempre os dentes para não ter mais cáries e não lhe doer.
Gostamos muito desta história e de ser a escritora Manuela Mota Ribeiro a contar. Ela é muito simpática conta muito bem histórias.
Nós no 3º período vamos começar a lavar os dentes no jardim de infância porque já temos os nossos Kits que as enfermeiras nos deram. 

Jardim de Infância de Aldreu

segunda-feira, 4 de abril de 2022


Outro final para «O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá»


«O ARREPENDIMENTO»

No dia seguinte ao casamento da Andorinha Sinhá com o Rouxinol, foi o dia mais longo da vida do Gato Malhado. Ele tentou, ao máximo, preencher a sua cabeça. Andou por todo o parque na tentativa de esquecer o que ele presenciou no casamento. Já estava a ficar de noite e ele ainda não havia voltado para o seu canto. Estava sentado num baloiço a ver o pôr do sol depois de ter chorado horrores. Não entedia o motivo pelo qual nada na sua vida dava certo, não conseguia amar ninguém. Por impulso, fazia mal aos que amava e fazia todos se afastarem dele e, quando finalmente encontrou alguém, não podiam ficar juntos.
O Gato estava quase a ir embora quando, de repente, a sua amiga Coruja pousou ao seu lado. Logo a mesma tomou a palavra:
- Como estás, meu amigo?
O gato de olhos feios respondeu:
- Estou destroçado, sinto que, quanto mais tento, menos consigo, é como se tivesse algo a prender-me. Mas a Andorinha conseguiu mudar isso. Agora, é tarde de mais, não há nada a fazer...
Como boa amiga que é a Coruja, deu os seus melhores conselhos.
- Eu sei que estás a passar por um momento difícil e que vai ser complicado atenuar essa dor, mas tens de virar a página. Demora o tempo que precisares, como se costuma dizer: «dá tempo ao tempo» e não te esqueças, nada acontece por acaso.
Depois destes conselhos, o Gato ainda estava um pouco confuso, e perguntou:
- O que achas que eu devia fazer?
A Coruja olhou para ele e disse:
- Eu não te irei dizer isso, tens de descobrir por ti mesmo o que é melhor para ti.
Logo, a mais velha voou longe, desaparecendo da vista do Gato. Ele ficou a pensar no que a Coruja lhe tinha dito e várias perguntas surgiram na sua cabeça: Será que me devo afastar? E se eu me libertar e acontecer tudo de novo? Será que sou suficiente para alguém?
Logo ele afastou os seus pensamentos, já estava a ficar tarde de mais.
Ao acordar, no dia seguinte, teve uma ideia que seria boa para ele e para os poucos que ama. O Gato escolheu uma decisão que irá ser dura, mas, às vezes, as escolhas mais fáceis nem sempre são as melhores. Então, como gato maduro que é, decidiu que irá mudar de parque, respirar novos ares e conhecer novas pessoas. Pode não ser a melhor escolha, mas é o que o Malhado acha correto.
Hoje, oito meses depois, o Gato Malhado é quase irreconhecível, tem uma nova pretendente, chama-se Nina, é uma gata linda, tem um pelo com o tamanho ideal, nem muito curto nem muito comprido de cor branca; olhos verdes e um corpo nem magro nem gordo. Aos olhos do Gato, ela foi esculpida por gatos gregos. O Gato conheceu a Nina durante o fim do inverno e começo da primavera. Ele não conseguiu dar mais um passo, ainda não conseguiu ter o mesmo sentimento que tinha com ela. Falando nela, a Coruja, um dia destes, apareceu no parque onde o Gato está a contar-lhe algumas novidades. A mais velha falou que não tinha acontecido muita coisa, mas que a Andorinha estava muito diferente, tinha descoberto que o Rouxinol a traiu e que se separou do mesmo.
O Gato mostrou que aquilo não havia mexido com ele. Mas vocês que leram a história toda sabem que isso não é verdade. Quando a velha Coruja lhe disse isso, o Gato respondeu: - Ela escolheu o que escolheu, não irei correr atrás dela, sei que ela foi obrigada, mas, eu quero seguir a minha vida e não continuar preso ao passado.
Depois disso, continuaram com o diálogo, falando de coisas aleatórias apenas para passar o tempo e depois a Coruja foi embora.
Dois dias depois, o Gato Malhado recebeu uma carta, mas não esperava que fosse da Andorinha:
Olá, soube que te mudaste há algum tempo daqui. Espero que estejas bem e que tenhas encontrado alguém que te fez sorrir como eu te fiz, que te fez igual ao que eu te fiz. Mas espero, que ela não te deixe como eu deixei. Há pouco tempo, soube também que fui traída pelo meu próprio marido, a quem jurei amar para sempre, mas esse alguém não eras tu. Estou muito arrependida de ter aceitado algo que eu sabia que não me faria feliz. Ai! Se arrependimento matasse, já estaria morta desde o primeiro dia em que não estava ao teu lado, por uma escolha mal feita de minha parte. Não esperarei por ti, porque sei que não voltarás. Porém, espero que em outra vida, eu seja tua...

Da tua amiga, Andorinha Sinhá.
Marta, Ana, Eduardo 8ºA



OUTRO DESENLACE PARA O GATO MALHADO E A ANDORINHA SINHÁ

Com o passar dos dias, o Gato continuou triste e os habitantes estranhavam os seus comportamentos.
Andava muito abatido, tratava mal os outros habitantes e não tirava a Andorinha da cabeça.
A sua amiga Coruja deu-lhe a ideia de viajar para tentar esquecer a ave, e pensar mais em si e na sua vida. Ao longo dos dias, ele foi pensando sobre o assunto, e decidiu que iria para um lugar longínquo, onde ninguém o procurasse. Então, ao fim do dia, lá foi ele. Pelo caminho, em direção ao seu destino, foi surpreendido por uma bela Gata Malhada que o encantou. Lá foi ele o caminho todo até à sua casa a pensar nas suas duas belas amadas. Pensou em convidar a Cecília (a Gata) para um encontro num restaurante. O seu único problema era encontrá-la de novo. Então, arranjou um emprego num supermercado para ver se a encontrava. Dias depois, conseguiu encontrá-la e convidou-a para essa noite. A Gata aceitou, mas de forma um pouco estranha, pois tinham acabado de se conhecer.
Nessa noite, eles aproximaram-se, riram juntos, brincaram e foi o suficiente para se tornarem amigos próximos. Acabaram por se encontrar todos os dias e, com o passar do tempo, ficaram cada vez mais íntimos, e tornaram-se namorado.
Finalmente, o Gato conseguiu ser feliz e acabou por formar uma bela família.


Laura, Inês, Ivo e Tiago Ribeiro 8ºB

FINAL DIFERENTE PARA A OBRA "O GATO MALHADO E A ANDORINHA SINHÁ"


Muito triste, abatido e transtornado, o Gato Malhado seguiu o caminho da encruzilhada, que o levava até à masmorra da cobra Cascavel.
Chegado lá, o Gato entrou sorrateiro, sem ninguém o ver. Surpreendido ao não ver ninguém, o mesmo abanca-se lá.
Passado uma semana, em que o Gato apenas comia, dormia e ficava pensativo, eis que a Cascavel regressa aos seus aposentos e fica furiosa ao ver o Gato. Então, perguntou:
- Quem és tu e o que fazes aqui?
- E…e… eu sou o Gato Malhado e-e-e não tenho onde ficar – Disse o Gato cheio de medo.
A cascavel ficou pensativa, mas aceitou que o Gato ficasse com ela na masmorra por algum tempo.
Entretanto, no parque, a Andorinha Sinhá tinha-se casado à força com o Rouxinol. Ela andava infeliz, pois ela percebeu que, realmente, estava apaixonada pelo Gato. O real problema era que ninguém sabia do paradeiro do Gato.
A cascavel havia voltado ao parque após uma semana, e a mesma contou a todos que o Gato se tinha ficado na sua masmorra. A informação chegou à Andorinha que se tinha zangado com o Rouxinol.
Ao saber do paradeiro do Gato, a Andorinha, deu às asas e foi a voar até à masmorra da Cascavel. Ao chegar lá, quem lhe abriu a porta foi o Gato que lhe disse espantado:
- Sinhá!
- Gato Malhado como senti a tua falta – disse ela entusiasmada.
O Gato e a Andorinha conversaram horas e confessaram o amor que sentiam mutuamente um pelo outro. Então, decidiram mudar-se juntos para bem longe do parque.

Ana Luísa e Micael 8ºC


OUTRO DESENLACE PARA A HISTÓRIA

Depois que a Andorinha Sinhá se casou, o Gato Malhado ficou extremamente triste ao ponto de passar pela sua cabeça sair do parque.
Ele achou uma boa ideia sair do parque e, depois de muito pensar, fez as malas e foi embora. Decidiu ir para o parque que ficava a norte daquele onde residia. Ao chegar à sua nova moradia, que era o caixote do lixo, viu que não era muito agradável, mas para casa provisória servia.
Recomeçou a sua vida e estava muito feliz, esquecendo todos os seus problemas. Formou novos amigos no parque, mas ainda sentia algo pela Andorinha Sinhá.
Depois de alguns meses, Malhado decidiu voltar ao seu antigo parque, pois sentia saudades da Coruja. Naquela altura, ela era a única amiga naquele parque. Quando chegou lá, todos os animais ficaram surpreendidos por vê-lo de volta, principalmente a Andorinha, que teria acabado o seu casamento com o rouxinol há dois meses. Quando a Coruja o informou sobre isso, ele teve uma ideia: ir ter com a Sinhá e pedi-la em casamento. Entusiasmado, lá foi ele ter com ela, fez-lhe o pedido e ela aceitou.
Assim, viveram felizes para sempre .

David e Rúben Ferreira 8ºB



OUTRO DESENLACE PARA A HISTÓRIA LIDA

Depois do casamento ao final da tarde, o Gato Malhado encontrava-se muito triste e desanimado chegando ao ponto de não reagir e já não saber o que fazer a sua vida.
Quando se sentiu melhor, foi passear para aliviar os seus pensamentos. Pelo caminho, sem se aperceber, entrou num labirinto onde já não sabia o caminho para a saída. Avistou ao longe uma ave a voar. O Gato tentou chamar a ave para o ajudar a sair do labirinto
A ave ouviu e desceu rapidamente até ao Gato e perguntou o que queria.
-Podes me ajudar a sair do labirinto?
-Sim posso – respondeu a ave.
Depois de a ave o ajudar a sair do labirinto, o Gato perguntou-lhe qual era o nome dela e ela respondeu que era uma ave de rapina e que, habitualmente, era chamada assim pelos outros. O Gato sentiu o seu coracão a bater mais forte e sentiu uma ligação intensa.
Parecia que estava alegre ja não pensava mais na sua amada, Sinhá.
O Gato Malhado e a ave de rapina começaram-se a encontrar-se mais frequentemente e a sentir afeto um pelo outro
No final do outono, casaram-se e tiveram uma vida feliz. O Gato deixou o seu sentimento pela Andorinha no passado.

Afonso Queirós e António 8ºA


OUTRO DESENLACE

O Gato Malhado afastou-se do parque triste…
Passaram-se alguns meses.
Entretanto, a vida da Andorinha Sinhá não corria bem, pois o Rouxinol andava a controlá-la e o facto de a Andorinha estar com alguém que não gostava também a deixava mais triste.
A Andorinha escreveu uma carta ao Gato Malhado e entregou-a ao Pombo Correio, que demorou dias e dias a entregá-la. Este encontrou o Gato à beira de um lago muito triste. Na carta, dizia que a Andorinha estava triste e cansada do Rouxinol e que queria voltar a encontrá-lo. Assim, o Gato Malhado foi ter com o Rouxinol, que ficou surpreso ao vê-lo, pois não o via há muito tempo. O Gato disse que queria ter uma conversa séria com ele, começando por dizer que só ele gostava verdadeiramente da Andorinha e que só ele conhecia todos os sítios onde andara com ela. O Rouxinol riu-se do Gato Malhado. Então, para se vingar, o Gato foi à procura da cobra cascavel. À distância, o Gato disse em voz alta que andavam a falar mal dela. A cobra, curiosa, perguntou o que se passava e o Gato Malhado disse que o Rouxinol andava a dizer que ela tinha medo dele. Furiosa, Cascavel foi ter com o Rouxinol e houve uma luta na qual a ave conseguiu fugir, mas ficou sem uma asa. A Andorinha, vendo que o Rouxinol estava impossibilitado de voar, fugiu e foi ter com o Gato Malhado, tornaram a namorar e viveram felizes.
Luís e Tomás 8ºA

CONTINUAÇÃO DA HISTÓRIA DE "A ANDORINHA SINHÁ E O GATO MALHADO"


O dia de casamento da Andorinha com o Rouxinol foi um dos piores dias da vida do Gato. Este ficou deprimido, durante muito tempo, e os seus dias passaram a ser cinzentos.
Numa certa noite, a Coruja encontrou o Gato triste com as orelhas e o focinho quase a tocar na água do lago e estava pronto para acabar com a sua vida A Cobra Cascavel estava a aproximar-se do Gato para o atacar, já que estava com fome e ele era um alvo fácil. Ela estava a sibilar e a preparar-se para se vingar dele, quando, de repente, apareceu a sua velha amiga coruja que o salvou. Mas o gato disse:
-Porque me salvaste já que eu estou desesperado?
- Cala-te com isso! Tu por acaso sabes como está o casamento da Andorinha com o Rouxinol? - perguntou a Coruja.
- Não, nem quero saber. Isso faz parte do passado. Agora, quero viver o presente, quero uma nova paixão.

Tiago Dias, Tiago Pires e Duarte 8ºA

UM FINAL DIFERENTE


Noite e dia sem fim, a Coruja andava sempre à procura do Gato, preocupada, até que um dia:
- O que fazes aqui, meu amigo? - diz preocupada
- Estou a pensar na minha vida. - diz com uma voz falhada por causa do choro, ainda a pensar em todos os momentos que passou com a sua amada, Andorinha Sinhá.
- Volta para o Parque. Todos estão preocupados contigo, até mesmo a Andorinha. – pede a Coruja.
- É melhor não! Ainda tenho muitas lembranças de lá - diz o Gato, triste.
- Não fiques assim! Olha para tudo o que passaste… Vais deixar-te humilhar por um simples amor passageiro? - Pede a Coruja.
- JÁ DISSE QUE NÃO VOU VOLTAR! PARA MIM, ISTO NÃO É UM SIMPLES AMOR PASSAGEIRO.- grita o Gato. – VAI- TE EMBORA. - diz já irritado.
- Meu amigo, eu vou, mas pensa em tudo o que eu te disse! - diz e vira-se de costas para ir embora. - Mas tu, aquele gato forte e duro, que não se abala com nada, vais deixar-te rebaixar por isto. – afirma a Coruja e sai

QUEBRA DE TEMPO (4 DIAS )

O Gato ainda pensara sobre tudo o que a sua velha amiga lhe tinha dito. Até que tomou uma decisão (pensamento).
- A Coruja tem razão, vou voltar – pensa para ele.
O que o Gato não sabia era que a Coruja nunca o tinha deixado lá sozinho. Ela sempre o observava de longe, no topo de um pinheiro que existia por perto.

QUEBRA DE TEMPO (3 horas )

O gato estava de volta. No entanto, o parque estava diferente, parecia deprimido e quase sem cor, as flores já não abriam, os pássaros já não cantavam, os gatos já não miavam. Estava tudo em silêncio profundo, até que:
- AEEEEEEEEEEE. Olha só quem é! - gritam todos os animais do parque contentes por terem o gato Malhado de volta.
- Desculpem por tudo, eu sei que fiz muitas maldades, mas estou arrependido.
- Nós sabemos, mas não vamos olhar para o passado e sim para o futuro e relembrar os momentos felizes. - diz o pato todo poético.

E assim termina a minha história de um final feliz

 Ana Carolina 8ºC


FINAL CRIADO PELO GRUPO


Depois do casamento da Andorinha Sinhá e do Rouxinol, o Gato deixou de ser um rumor no parque. Passou a viver numas caixas velhas que se localizavam num beco escuro, onde só existia a presença dele mesmo e de alguns ratos, uns que faziam de companhia e outros de alimento. A última vez que ele foi visto foi quando visitou a casa da Andorinha para verificar se ainda habitava alguém no local, mas nada.
Sinhá seguia a sua vida muito bem. O seu novo marido tinha-se tornado milionário e proporcionava uma vida muito boa e luxuosa à companheira. Mas nada superava o grande vazio que a Andorinha sentia por causa da saudade do Gato que a preenchia.
O parque já não tinha a mesma excitação, pois as pessoas saiam de casa só para ver o horrendo caso da Andorinha e do Gato e, agora, que tudo terminou, as pessoas fecham-se em casa. Foi um Inverno frio e difícil.
Quanto à coruja, ela tentou falar com o seu amigo, mas esta chamou por ele centenas de vezes e o mesmo não respondeu. Porém, a ave deixava todos os dias algum tipo de comida para o Gato e este aceitava sem nunca dizer nada nem ver a sua única amiga, pois estava cansado de comer os ratos que viviam na sua “casa”.
A Primavera chegou, mas não tão bonita como da última vez. Sinhá voltava nesse mesmo dia que as flores renasciam, pois estava com saudades de tudo: dos animais, dos amigos, de casa e sobretudo do seu amigo gato. Mal chegou, pousou as coisas no seu quarto e foi a correr para o centro do parque para visitar os animais, mas ninguém apareceu. Estava tudo em casa. A Andorinha percebeu que alguma coisa estava errada, porque onde ela estava havia sempre alegria e pessoas que a rodeavam. Mas desta vez, foi diferente... Ninguém estava lá. Ela pensou que estaria tudo surpreso ao vê-la, mas esta lembrou-se que não tinha avisado com antecedência, o que levaria a ninguém esperar pela sua chegada. Mesmo assim, ela sentia um aperto no coração e algo lhe dizia que não estava tudo bem. Então, levantou-se e foi até a casa do Gatarrão, a antiga casa, mas ela não sabia.
Depois de uma tarde inteira a chamar e à espera do Gato, ela desistiu e voltou para casa para junto do seu marido. Mas à porta, encontrou o que menos esperava: o seu marido a conversar apaixonadamente com uma outra andorinha, o que a deixou devastada. Expulsou o Rouxinol de casa e foi dormir, pois mal sabia ela o que a esperava no dia a seguir...
Abalada com o acontecimento do dia anterior, a Andorinha levantou-se, comeu umas sementes de abóbora e saiu para o parque e viu o Gato deitado num caixão junto ao papagaio e com os outros animais. No mesmo momento, Sinhá esfregou os olhos para ver se estava a sonhar, mas era mais real do que o amor que o Gato havia sentido por ela e que foi a causa de ele estar ali.

Marina, Matilde Moreira e Cristiano 8ºC


terça-feira, 29 de março de 2022

SEMANA DA LEITURA

Neste mês de março, decorreu a Semana da Leitura no nosso agrupamento. 
A biblioteca escolar, em articulação com os docentes e em parceria com a RBEB, realizou diversas atividades, que os alunos abraçaram com bastante entusiasmo e dedicação. 
Assim, os docentes dos diferentes ciclos encabeçaram as referidas atividades, através da elaboração de aforismos, participação nos encontros com escritoras, visita à feira do livro e participação em concursos promovidos pelo PNL.
Esta iniciativa, teve como objetivo principal levar a compreender os motivos que fazem com que a leitura seja algo muito importante na nossa vida, ampliando os nossos conhecimentos e abrindo horizontes para novas experiências e novos mundos, desenvolvendo a imaginação e a criativdade. 


Registo de alguns desses momenentos: 







ENCONTRO COM O ESCRITOR PEDRO SEROMENHO