sexta-feira, 31 de março de 2023

Desafio "Estou a Ler"

Durante a Semana da Leitura 2023, realizada entre os dias 27 e 31 de março, foi lançado o desafio "Estou a Ler". Estas são as fotos enviadas pelos nossos alunos 😍

             
                
             
    

segunda-feira, 20 de março de 2023

Ateliê de Escrita Criativa

  Um contador de histórias mágico cativou os alunos do 2º ciclo e do 4ºano de Fragoso!

  O ateliê de escrita criativa com Rui Ramos percorreu o mundo dos contos infantis e desafiou os limites da imaginação em exercícios de leitura, escrita e muita diversão. 

             

    Numa linguagem singular e com efeitos mágicos, este Contador de Histórias fez aparecer da sua mochila, ao jeito de uma cartola, livros enigmáticos que mudavam de conteúdo, Pop-up, tridimensionais e pictográficos que relembraram o universo dos contos infantis. Os alunos, em modo de jogo, ainda experienciaram atividades de escrita que partilharam com o grupo.
                                                     
    
    Esta iniciativa da Câmara Municipal de Barcelos decorreu no dia 16 de março e faz parte do processo de acompanhamento às turmas que participam na 3ª edição do “Campeonato de Ciência e Escrita Criativa”, promovendo os domínios da leitura e da escrita.  
                      
                                                   Prof. Isabel Forte

quarta-feira, 15 de março de 2023

Fase Municipal do Concurso Nacional de Leitura 2023

    No dia 10 de março, decorreu a Fase Municipal da 16.ª edição do Concurso Nacional de Leitura, estando presentes 62 alunos, representantes de todos os agrupamentos de escolas do concelho, nas várias categorias, desde o 1º Ciclo do Ensino Básico ao Ensino Secundário.

    A parte da manhã esteve reservada ao 1.º e 2.º ciclos, ficando a tarde destinada ao 3.º ciclo e secundário.

    A nossa escola esteve representada pelos seguintes alunos: Francisco Cunha e Tomás Cruz, do primeiro ciclo; Lídia Gomes e e João Pedro Vila-Chã, do segundo ciclo; Lara Barros e Matilde Maciel, do terceiro ciclo.

       
    Depois da prova escrita, em que os alunos responderam a um questionário sobre a obra lida, os seis apurados para a fase final (Prova Oral) tiveram de mostrar as sua competência de leitura e de argumentação.

  Nos discursos finais, a vereadora da Educação, Mariana Carvalho, enalteceu o brilhantismo das participações, deu os parabéns a todos “por continuarem a cultivar hábitos de leitura”. Por sua vez, em nome do júri, o escritor Valter Hugo Mãe salientou a grande dificuldade na seleção dos quatro elementos que irão representar o município na Fase Intermunicipal, afirmando que todos estiveram num elevado nível de competência.


    A Matilde Maciel foi uma das apuradas para a Prova Oral do 3.º ciclo, tendo obtido uma Menção Honrosa. Parabéns aos nossos representantes pelo seu empenho na preparação, pelo entusiasmo da sua participação e pelo brilhante desempenho.

quinta-feira, 9 de março de 2023

Os miúdos foram a votos

     A iniciativa “Miúdos a Votos”, dinamizada pela Visão Junior e pela Rede de Bibliotecas Escolares, finalizou, no dia 7 de março, com a realização das eleições para escolher o Livro + Fixe. 


A Biblioteca Escolar, em articulação com as áreas disciplinares de Português e de Cidadania e Desenvolvimento, proporcionaram os momentos para que os alunos se envolvessem ativamente nesta atividade. Foram vários os livros escolhidos pelos alunos dos 5º, 7º e 8º anos, que se esmeraram na organização de uma campanha bem renhida, com vista à eleição do seu livro favorito.


A afluência às urnas foi grande, e todos os alunos do 2º e 3º ciclos tiveram oportunidade de exercer o seu direito de voto. 


Depois de contados os votos, o grande vencedor do 2º ciclo foi o livro Avozinha Gângster, com 13 votos. Segue-se o Diário de Anne Frank, com 11 votos e o Diário de um Banana 3, com  9 votos.

    Relativamente ao 3º ciclo, o livro vencedor foi Um de nós mente que se destacou dos restantes, com 29 votos. Em segundo lugar ficou Heartstopper: Rapaz conhece rapaz, com 17 votos, seguindo-se A culpa é das Estrelas, com 16 votos.


    Todos os alunos envolvidos estão de parabéns pelo empenho nesta iniciativa, salientando-se também a responsabilidade assumida pelos alunos presentes na mesa de voto.

Contribuição do Clube É-te =Igual? no Dia da Mulher

Os alunos do Clube É-te =Igual? da nossa escola, uma vez mais não esqueceram a comemoração de um dia muito especial…o Dia da Mulher! Para presentear todas as Mulheres da escola, foram distribuídos cartões com mensagens personalizadas. Foi um momento de muito carinho e afeto!


                        

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023

Dar voz às palavras


O livro “O paraíso são os outros” é um livro escrito por Valter Hugo Mãe e foi inspirado no amor da sociedade.
Nesta obra, o amor é o tema principal falando assim dos vários tipos de amor que existem.
Na minha opinião, este livro é uma obra bonita e engraçada, que fala da realidade do amor e eu recomendo vivamente a sua leitura!

Lídia  Gomes,  6ºB 


Na minha opinião, o autor falou muito sobre o tema do amor, o que não é muito do meu agrado, mas eu gostei da obra e voltaria a lê-la. Está um texto muito bem construído e, em algumas partes, dá para dar umas grandes gargalhadas.

Leonor Teodorovici, 6ºB


Eu gostei do livro. Quando lês a obra podes refletir e pensar melhor sobre o que é o amor, aprendes que o amor não é simples nem muito complicado se o entenderes… por mais que eu ache que ninguém entenda de facto o que é o amor, a obra mostra-nos que não é só dar um beijinho e já está. Para ter amor é preciso merecer e dar para receber, é amar e ser amado, é ajudar é ser ajudado, o amor é amar alguém que te faça feliz.
Lia Maciel, 6ºB

Eu gostei do livro porque o autor fala sobre o amor e o amor não é um assunto fácil de se explicar. A forma como ele escreveu foi direta e sentimental e como eu sou sentimental, gostei. O autor fala sobre algumas situações em que o amor deve ser pensado, nomeadamente nas diferentes relações entre as pessoas e em momentos próprios. Eu também gostei, porque o autor dá-nos conselhos sobre o amor.
Rosana Arantes, 6ºB

Eu gostei muito de ler esta história, porque nos explica o que é o amor e os cuidados que temos de ter. Gostei particularmente da parte que dizia “Apenas as doenças fazem mães e pais perder o amor”, porque acho que é verdade, que muitas pessoas perdem os filhos e os pais por causa de doenças e aí perde-se, também, o amor…
Matilde Pinheiro, 6ºB

Eu gostei muito da obra porque falava sobre as relações entre as pessoas.
Eu gostei como o amor deve ser bem escolhido e muito bem tratado.
Beatriz Torres, 6ºB


Eu li um exemplar da coleção “O Clube dos Cientistas” – “ Noite de Terror”.
Este livro, apesar de falar de um fantasma assustador, é muito divertido, porque o que causou tanto medo nas personagens foram truques com explicação científica…. É um livro que nos apresenta muitas experiências e que nos transmite muito conhecimento.
Ficamos sempre curiosos para saber o que vai acontecer de seguida e as explicações científicas para os mistérios apresentados.

Afonso Pereira, 6ºA



Eu li a obra “Carvão no Porão”, da coleção “As aventuras de Tintin”.
Este livro, na minha ótica, é bom para ser lido, pois, sendo em banda desenhada, o texto e imagem estão bem redigidos e ilustrados e ajudam-nos a entender o que acontece na história de forma esclarecedora. Além disso, faz-nos entender que ainda existe escravatura e tráfico de escravos.
Para finalizar, recomendo que leiam este exemplar e/ou outros pois pode despertar o gosto pela Banda Desenhada.

João Pedro Vila-Chã, 6ºA

Eu li a obra “As Guerras de Albert Einstein”. Achei esta banda desenhada muito sangrenta e brutal!
Aborda a temática dos efeitos mais negativos da aplicação da física e da química, na época retratada. Além de provar o antissemitismo alemão refere o uso, por parte do homem, do conhecimento científico para destruir em vez de prosperar.
Recomendo a leitura desta banda desenhada por dois motivos: ajuda-nos a tomar consciência da necessidade de tornar o mundo melhor e, também, a evitar que acontecimentos dramáticos aconteçam devido a políticas mundiais.
João Pedro Vila-Chã, 6ºA



Eu li o livro “Os Heróis do 6º F”, de António Mota. Este livro agradou-me muito, pois é muito instrutivo e tem passagens muito divertidas, até cómicas.
Manuel relata-nos alguns episódios reais na sua aldeia, na sua turma e na sua família. Apresenta-nos as diversas formas de reagir a diferentes situações da vida do quotidiano, que são, muitas vezes, idênticas às que nós vivemos.
Os relatos de Manuel levam-nos a refletir sobre a forma mais correta de agir em situações que a vida nos apresenta.
Recomendo a leitura.
Afonso Pereira, 6ºA

Eu li a obra “Ali Babá e os Quarenta Ladrões”. A obra é muito sangrenta visto que dois homens foram decapitados. O livro exprime a cultura árabe, os costumes, a religião, etc. A personagem que mais gostei foi Qoja Hussein pois o seu segundo nome é o nome de um senhor (ditador) famoso por destruir os rivais.
O conto ensina-nos uma valiosa lição: por dinheiro, se perde a cabeça.
João Vila-Chã, 6ºA

Na minha opinião, a obra é boa, porém é violenta pois há cenas de morte. Se pudesse leria esta obra de novo para rever alguns episódios retratados. Não recomendo a pessoas sensíveis ou a pessoas com menos de 9 anos.
Marta Torres, 6º A

 

Para mim, o livro de Ali Babá foi um espetáculo! Apresenta-nos episódios muito criativos e também inclui algumas cenas de violência e terror como nos videojogos que costumamos jogar.
Gostei de vários episódios da história: da parte em que Ali Babá (que quer dizer "bom homem") encontrou o esconderijo dos quarenta ladrões e levou dois sacos de moedas; também gostei quando os quarenta ladrões cortaram a cabeça do irmão de Ali Babá e colocaram-na por cima da pedra.
O momento que menos gostei foi quando Ali contou o seu segredo ao seu irmão ganancioso.
Rafael 6ºA


Eu gostei da obra. A parte que mais gostei foi o fim: como sempre, acaba de forma feliz! Depois te tudo o que Ulisses fez para voltar para a sua amada terra Ítaca e para a sua amada família, foi uma recompensa merecida.
Gostei, também, porque sinto-me feliz quando as personagens boas têm o que merecem...ser-se recompensado. Recomendo a leitura.

Rosana Arantes, 6ºB

Na minha opinião, o livro é belo. Eu gostei do capítulo da ilha da Eólia, quando os marinheiros ficam curiosos e vão espreitar o saco cheio de tempestades. A minha personagem preferida é Ulisses, o rei de Ítaca, porque ele é corajoso e forte. Aconselho as pessoas a lerem a obra e a verem o filme “ Troia” porque são espantosos.

Leonor Teodorovici, 6ºB

Eu li o livro “Ulisses” e achei a história muito curiosa porque nos mostra os costumes, os mitos e as lendas da Grécia Antiga e, ao mesmo tempo, ligeiramente bélica visto que os gregos haviam destruído Troia por completo.
A minha personagem favorita foi a deusa Minerva pois zelou por Ulisses durante a viagem de regresso a Ítaca. Recomendo a exploração e leitura desta obra escrita por Maria Alberta Menéres.
João Pedro Vila-Chã, 6ºA

Na minha opinião, esta obra é extraordinária e foi a melhor que já li!
A minha personagem preferida é Circe, pois quando esta serviu o licor aos marinheiros, foram transformados em porcos!!!
Recomendo, vivamente, esta obra a toda a gente!
Descubram as aventuras do grande herói Ulisses!
Marta Torres 6º A

 

A obra “Ulisses” é um livro escrito por Maria Alberta Menéres e é uma obra que deixa qualquer um a querer ter as mesmas aventuras que Ulisses teve ao longo de vinte anos.
Particularmente, gostei de Minerva, a deusa protetora que acompanhou Ulisses nas suas aventuras.
O que mais me deixou curiosa foi o porquê de a mãe de Ulisses estar na ilha dos infernos…
A obra foi espetacular! Nem dá para prever os acontecimentos que acontecem ao longo da leitura.
Eu gostei e recomendo qualquer um ler esta obra para as aventuras de Ulisses saber.


Lia Maciel, 6ºB
Eu achei esta história muito interessante.
A melhor personagem para mim foi o Polifemo porque ele não sabia o que era vinho e provou e achou bom…A melhor parte para mim foi quando Ulisses encontrou as sereias no mar das sereias e foi enganado por elas, pensando que estaria ali a sua esposa.
Recomendo a leitura do livro.
Gonçalo Martins, 6ºB


Eu gostei da obra “Ulisses” porque tinha palavras estranhas e engraçados. A personagem que eu mais gostei foi Ulisses porque era corajoso, vigoroso, valente e sempre desejoso de correr o mundo.
A parte que eu mais gostei foi quando a princesa Nausica salvou Ulisses numa ilha e quando o Rei Alcino ofereceu um navio, marinheiros e o encheu de presentes.
Eu recomendo a leitura do livro “Ulisses “e a ver o filme “Troia”.
Beatriz Torres, 6ºB

 

Li a história “Ulisses” e gostei muito de a ler.
As personagens que eu mais gostei foi o Ulisses, o seu filho Telémaco e a história do cão Argus. A parte que considerei mais emocionante foi o final, quando Ulisses voltou para casa e o seu cão Argus começou a ladrar de tanta emoção ao reconhecê-lo e morreu.
Matilde, 6ºB 

Para mim, o livro Ulisses foi fantástico porque fala sobre a guerra de Troia o os tempos antigos.
Gostei particularmente dos episódios da destruição de Troia e também quando Ulisses matou todos os pretendentes de sua mulher. O momento menos interessante da história foi quando Ulisses foi à ilha dos infernos e encontrou a sua mãe e ela contou-lhe o que se passava em Ítaca, mas ele mesmo assim continuou a andar pela gruta e isso não faz nenhum sentido, no meu ponto de vista.
Recomendo a leitura desta obra.
Rafael, 6º A

 

A obra Ulisses é um livro escrito por Maria Alberta Menéres e fala sobre um brilhante guerreiro chamado Ulisses contando grandes aventuras vividas por este herói.
Eu gostei principalmente de Minerva, a deusa protetora, porque foi muito simpática e gentil com Ulisses, cuidando sempre dele.
Eu gostei bastante desta leitura, foi uma obra com muita criatividade e escrita de forma diferente, prendendo-nos ao texto.
Lídia, 6ºB

quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

Encontro com o escritor Pedro Seromenho

    No dia 13 de janeiro, os alunos da escola de Fragoso e de Aldreu receberam a visita do escritor, contador de histórias e ilustrador, Pedro Seromenho, na escola sede do Agrupamento.

     Num ápice, a sala encheu-se de olhares atentos e curiosos e repletos de encantamento.


    Com o seu olhar terno e divertido e uma caneta mágica, Pedro Seromenho ilustrou cenas do seu último livro “ Seis Lendas com legendas”, cativando a atenção de todas as crianças para o desenrolar das suas belas histórias.

    No final, foram distribuídos livros pela Biblioteca Municipal de Barcelos a todos os alunos, sendo os mesmos autografados e ilustrados pelo próprio autor, para mais tarde recordar este momento tão especial.

    A Escola agradece toda a colaboração prestada pela Biblioteca Municipal de Barcelos e a disponibilidade e atenção do escritor Pedro Seromenho.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

Escola de Fragoso em 2º Lugar no Concurso da Make-A-Wish

 Make-A-Wish

 10ª Edição do Concurso de Decoração de Natal:


A minha Escola é uma constelação com superpoderes.

 O teu, qual é?


Obtivemos 728 votos e conseguimos o 2º lugar!  Parabéns a todos que participaram!


terça-feira, 13 de dezembro de 2022

Escola a Ler: "A Noite de Natal"

Em época de Natal, a turma F4 partilha o trabalho realizado no projeto “Escola a Ler”.

Depois da leitura do conto A noite de Natal de Sophia de Mello Breyner Andresen, criaram a sua versão ilustrada.


quarta-feira, 30 de novembro de 2022

Ler para Pensar: Dar Voz às Palavras

 CLUBE DE LEITURA 

No âmbito do Clube de Leitura, dinamizado nas aulas de SEP, e tendo em conta o objetivo/eixo «Tempo para ler e pensar», os alunos do 9º ano redigiram comentários escritos a partir de cartoons e de excertos do livro O rapaz ao fundo da sala, de Onjali Q. Raúf.
Para além do prazer da leitura, foi trabalhado o aperfeiçoamento da técnica de comentário, assim como o espírito crítico com exploração das diferentes temáticas do livro.




«A mãe(…) Diz que os melhores livros são aqueles que deixam em nós mais perguntas do que respostas e que essa parte é a melhor de todas: irmos nós próprios à procura de respostas noutro lado. (…)» p.51
In O rapaz ao fundo da sala, Onjali Q. Raúf, Booksmile





A leitura é fundamental para o nosso desenvolvimento. No cartoon, podemos observar um regador a regar as plantas, mas este adquire o formato de livro, e, por sua vez, as plantas o formato de cérebros, tudo em tons entre azul e verde.
Penso que este cartoon está relacionado com o quão ler é importante e ajuda na evolução do cérebro. Com os livros adquirimos muito conhecimento e criatividade. Considero que a água seja a sabedoria e curiosidades e está a ser derramada sobre os cérebros, ou seja, a enriquecê-los com a leitura.
Além disto, a expressão abaixo está também relacionada com o cartoon, visto que com um só livro podemos interligar o que sentimos com o que estamos a ler e, muitas vezes, ficamos admirados com o facto de se enquadrar tão bem, daí a expressão “nós próprios à procura de repostas noutro lado”. O “outro lado” poderá ser só um dicionário, caso não percebamos alguma palavra, mas também os nossos pensamentos.
Por fim, concluo que ler é fundamental, tanto para procurar saber mais e desenvolver o nosso cérebro, como para procurar respostas para as nossas imensas perguntas.
Maria, 9ºA

No cartoon, vejo um livro que representa um regador e que está a regar um cérebro.
Acho que, no cartoon, dá-se a entender que os livros enriquecem o nosso conhecimento. Já na mensagem proferida pela narradora refere que os melhores livros são aqueles que deixam em nós mais perguntas do que respostas e, para podermos esclarecer as perguntas, temos de ir à procura das respostas. Por outo lado, isso relaciona-se com o cartoon no sentido em que, quando lemos livros, ficamos mais inteligentes e curiosos. E por isso, surgem perguntas e vamos à procura de as tirar, como é referido na mensagem citada pela narradora.
Conclui-se que através dos livros ficamos mais inteligentes e sábios, já que também ficamos mais curiosos e com perguntas e que é divertido ir à procura das respostas, e que nos podem levar a outros lugares e podemos ser tão sábios como os outros.
Em suma, é muito importante ler! Vamos despertar as mentes!
Luís Neiva, 9ºA


«Mas preocupava-me o Brendan Brook Maldoso. É o bully da Turma. (…) passa a maior parte do tempo a perseguir os que são mais pequenos do que ele pelo recreio. Não é muito inteligente, e tem ódio a quem seja (…).» p.29

In O rapaz ao fundo da sala, Onjali Q. Raúf, Booksmile





Na maioria das escolas, existem alunos/as a sofrer de bullying . Mas não só nas escolas. Hoje em dia, existem muitas pessoas maldosas por todo lado.
No cartoon que me foi apresentado, é possível ver um menino triste com uma mochila às costas, provavelmente iria para a escola. Ele está a ver-se ao espelho e a imaginar um monstro em cima dele, monstro esse a que chamamos de “bullying”.
Junto com o cartoon está também um excerto, que refere um menino que fazia bullying na escola contra os que eram mais pequenos do que ele e não gostava de quem era inteligente, apesar de ele não ser muito.
A meu ver, este cartoon e este excerto estão relacionados, pelo facto de, na imagem, o menino aparentar estar com medo de ir para a escola, pois devem exercer bullying sobre ele; e, no excerto, apresenta um rapaz que fazia bullying com os colegas. Também acho que muitas das pessoas que fazem estes atos maldosos pretendem apenas mostrarem-se e sentirem-se superiores aos outros. Às vezes, isto acontece quando os agressores estão a passar por uma fase má, não quer dizer que é o que está a acontecer no
cartoon e no livro de onde foi retirado o excerto, mas pode acontecer.
Depois disto, devemos aprender a tentar falar com o agressor para chamá-lo à razão e fazê-lo ver que o que está a fazer não está de todo correto. Mas também é importante tentar perceber se está tudo bem da parte de quem pratica o ato malvado.
Afinal, não é só a vítima que terá de ser ajudada, mas também o agressor. Quem sabe se não terá sido uma vítima também outrora?
Mariana Ribeiro, 9ºB

Este cartoon representa um dos maiores problemas, um dos piores atos que a sociedade, ou grande parte dela comete: o bullying.
Isso afeta a saúde mental das pessoas, e muitas vezes, prejudica também fisicamente e até pode condicionar o comportamento da vítima em relação às outras pessoas. Muitas vezes, o bullying acontece das duas formas que referi anteriormente.
Posteriormente, quem sofre desses atos perigosos e agressivos ficam mais solitários, tristes e sentem-se incapazes, não se sentem suficientes. A confiança e a autoestima das mesmas ficam muito baixas, quando se olham ao espelho não gostam do que veem, da sua forma física e de tudo em geral.
Mas há pessoas que sofreram bullying e felizmente conseguem superar e ficar bem com elas próprias. Conseguem olhar para trás e sentirem orgulho de terem conseguido superar e de recuperarem a saúde mental e física.
Considero que quem passa por isto tem de ganhar força ou tentar ganhá-la para seguir com a sua vida em frente e não ficar presa ao passado.
Com estas palavras retiradas da obra, o narrador, na minha opinião, quis referir que o “bully” persegue as outras pessoas, não é inteligente e que tem ódio a tudo e a todos.
Por outro lado, temos de conhecer a pessoa, a sua história para ajudá-la a ultrapassar todos esses sentimentos ruins que ela tem dentro de si e fazê-la parar de cometer esses atos de humilhar os outros para se sentir superior. Provavelmente, é uma necessidade do ser humano que faz isso, o “bully” tem uma espécie de capa de mauzão para se esconder e se proteger.
Concluo que tanto a vítima como o “bully” precisam de ajuda, de serem compreendidas e ajudadas por especialistas, amigos e os seus familiares.
Inês Sousa, 9ºB

«- Ouviram falar da nova criança refugiada que entrou para a escola? (…) vai dar chatices. Só vêm para cá para ficar com os nossos empregos! (…)» pp.36-37

In O rapaz ao fundo da sala, Onjali Q. Raúf, Booksmile




Hoje em dia, o tema da guerra e da integração de pessoas estrangeiras nos países que não são os seus países-natal é muito falado.
O cartoon mostra um rapaz de três anos, morto numa praia da Turquia. Ao lado dele, há um pedido de imigração para o Canadá, recusado, mesmo sendo refugiado.A meu ver, interpreto isto como alguém que tentou sair do seu país, em guerra, pedindo residência noutro, o que não foi possível. Assim sendo, penso que tentaram fugir de barco, ou de jangada, e acabou morto.
O que acho realmente lamentável são comentários como o da Sra. Grimsby, uma das personagens do livro O rapaz ao fundo da sala. Estas pessoas, refugiadas saem dos seus países à procura de asilo, de um ligar para viver, e de certeza que não saem do país para " ficar com os nossos empregos! ". Não acho incómodo que nenhuma pessoa de outro país queira fazer algo, ter um papel para ajudar na sociedade, e também querer fazer algum dinheiro.
Na minha opinião sincera, acho horrível fazer-se estes tipos de comentário enquanto há pessoas a morrerem, como se vê no cartoon.
Refugiados não vêm para os nosso país para nos tirar o que quer que seja! Eles vêm para viver!
Com isto, o que quero dizer é que devemos dar a todos uma oportunidade, ou, pelo menos, tentar pormo-nos na situação da pessoa em causa.
O cartoon constitui um alerta, bem como a obra de Onjali Q. Raúf. 
Beatriz Seoane, 9ºC

Este cartoon aborda a situação dos refugiados quando tentam fugir da guerra dos seus países.
Na imagem, podemos ver uma praia, com uma criança síria morta na areia. Veste uns calcões azuis, uma camisola vermelha, calça uns sapatos pretos e tem cabelo curto e castanho. Podemos também ver, ao seu lado, uma carta, com um pedido de imigração para que a criança possa fugir da guerra, e por cima podemos observar um símbolo a dizer que o seu pedido de imigração foi recusado.
Conseguimos relacionar o cartoon com o excerto retirado do livro “O rapaz ao fundo da sala” visto que quando os refugiados fogem para outros países têm de ouvir comentários desnecessários, como por exemplo o que foi referido pela Sra. Grimsby. Talvez isso também influencie um pouco os pedidos de imigração serem muitas vezes negados.
Penso que o cartoon nos mostra uma situação horrível que, infelizmente, acontece várias vezes e que precisa de acabar. Na minha opinião, podemos ainda associar metaforicamente a cor da camisola do menino ao sangue não só dele, mas de todas as vidas perdidas por causa da guerra e dos pedidos de imigração e ajuda negados.

Inês Silva, 9º C

Desde há muito tempo, os refugiados são discriminados, ou pela sua nacionalidade, ou pela sua cor, ou pela sua forma de ser ou simplesmente por ser refugiado. Mas será mesmo correto fazê-lo?
Já muitos documentos, livros, imagens mostram-nos a crueldade dos que se acham superiores em relação aos refugiados, traumatizados pelas guerras no seu país. 
A meu ver, não é correto, pois é um gesto grotesco matar pessoas inocentes, que procuram uma vida melhor para os seus descendentes. Crianças também morrem, como o caso mais falado, em 2015, de Avlan Kurdi, a criança refugiada, oriunda da Síria, encontrada morta, numa praia turca. O cartoon retrata essa realidade.
Penso que também existem casos em escolas em que os próprios pais tentam afastar os seus filhos dos refugiados, pois acham-nos perigosos  e que só lhes vão trazer aborrecimento. Pensam ainda que só lhes querem tirar o trabalho, deixando-os desempregados. 
O livro O rapaz ao fundo da sala, de Onjali Q. Raúf, mostra-nos exatamente isso, a ganância dos de cá para com os de fora, o medo e a insegurança em deixar os filhos sozinhos com um refugiado na escola. Também o comentário da Sra. Grimsby, umas das personagens do livro, é ilustrativo desse pensamento.
Por fim, acabo por dizer que mesmo com comentários, por vezes inventados, acerca dos refugiados, devemos pensar que são humanos como nós,  vêm para o nosso país para procurar uma vida melhor. Apenas temos de os aceitar como aceitamos os outros.

Matilde Maciel,  9ºC