terça-feira, 29 de março de 2022

Dar voz às palavras - Opinião sobre a obra "O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá"


Ao longo deste mês, os alunos do 8.º ano trabalharam a obra O gato malhado e a andorinha sinhá.

As atividades realizadas com os alunos das 3 turmas consistiram na construção da biografia de Jorge Amado, textos de opinião, página de Diário a partir de um excerto da obra, onde se colocaram na pele de uma personagem e criaram um final diferente para a obra.





Textos de opinião sobre a obra "O gato malhado e a andorinha sinhá"

Durante o segundo período, foi lido um livro chamado “O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá”, do autor Jorge Amado.
Acho que a história do livro é bonita, apesar de o final não ser o que eu esperava, pois pensava que o Gato acabava por casar com a Andorinha Sinhá, depois de tantos problemas. Penso que as ilustrações são apelativas e engraçadas, já que chamam a atenção do leitor. O vocabulário não é difícil de compreender, exceto algumas palavras originais do português do Brasil.
Por fim, as lições apresentadas no livro são interessantes para o leitor, e também julgo que esta obra é importante para ser articulada com os alunos do 2º e 3º ciclos, em qualquer área disciplinar.

Afonso Gomes Costa 8ºA

Depois de ter lido o livro, achei-o interessante pelas suas belas ilustrações de Carybé e pela história de um simples gato velho não conseguir casar com a Andorinha.
Por outro lado, acho que esta história nos transmite as dificuldades da vida que, por vezes, devemos enfrentar, pois não se pode desistir tão facilmente.
Por fim, foi através de animais e entidades, como o Vento, a Manhã e o Tempo, que se encontrou a melhor maneira possível para transmitir mensagens de como lidar melhor com o quotidiano.

Afonso Queirós 8ºA

Acho que este livro tem lições de vida atuais e importantes. Mesmo parecendo um livro infantil, não o é! Tem um vocabulário rico, educativo e específico por ter sido escrito numa variante do português, pois o seu escritor é brasileiro.
Por fim, gostei de obra no geral, devido ao seu enredo e pelo final ser inesperado, no qual o Gato não fica com a Andorinha. O final é triste, mas interessante. Ensina-nos que nem sempre a vida corre como desejamos, mas devemos saber ultrapassar os obstáculos.

Tiago Cinaré 8ºA

Considero que é um livro bom, escrito em Português do Brasil, tem vocabulário adequado e ilustrações muito boas. Ao ler esta obra, aprendi vocabulário brasileiro que não sabia o significado, e bons conselhos.
Por fim, considero que é uma obra atrativa, que gostei muito de ler e que recomendo para quem gosta de fábulas e de ser surpreendido.

António 8ºA

Acho que a história foi muito interessante, pois, como está escrita em português do Brasil, aprendi palavras diferentes que também designam realidades que nós não temos, como por exemplo goiabeira e grama.
Por fim, acho que aprendi que a amizade é um sentimento forte e que é possível construir uma relação entre pessoas muito diferentes.

Luís 8ºA

Acho esta história interessante, dado que apresenta muitos assuntos que acontecem também na vida real. Deparamo-nos com a diferença do português do Brasil, cujas palavras não têm a mesma pronúncia e até, às vezes, têm outro sentido. Observámos que nem sempre tudo acontece como nós queremos, dado que o Gato Malhado e a Andorinha Sinhá não acabam juntos. Podemos ver que esta obra é diferente, que há obstáculos na vida e que nem tudo acaba como desejamos.
Por outro lado, acho esta história um pouco triste, visto que as duas personagens principais passam por muita coisa e, no fim, não ficam juntos, como seria de esperar.
Finalmente, queria dizer que apreciação global é boa, pois achei a obra única!

Marta Ribeiro 8ºA

Nem sempre as histórias têm um final feliz e o conto de Jorge Amado retrata isso.
A história começa com a Manhã que ouve uma história do Vento e conta ao Tempo. A história é sobre um Gato Malhado que é desprezado pelo resto do parque, só por ser introvertido e não querer socializar muito.
Acho que essa parte retrata a atualidade e isso é o que torna a fábula de Jorge Amado interessante. Retrata temas da atualidade, como a igualdade de género, a discriminação, entre outros. Particularmente, quando vi o livro, achava que era um livro infantil. Mas, quando o li, descobri que de infantil não tem nada.
Por fim, concluo que apreciei a história do Gato Malhado.

Rui Abreu 8ºA

Na minha opinião, a história é interessante, até acabar a sequência narrativa do Verão, pois durante a Primavera e o Verão, o Gato Malhado e Andorinha Sinhá eram muito amigos e apaixonados um pelo outro. Mas, quando começa o Outono, a amizade deles começou a depender muito das opiniões dos outros.
Por fim, acho que o livro tem muitos aspetos iguais à realidade, já que existem livros, cujo final é sempre feliz, mas o desenlace desta história é semelhante ao que acontece na maior parte das vezes na vida das pessoas: nem sempre se fica junto. Mas é importante que cada um saiba encontrar o seu caminho e viver a sua vida.

Sara 8ºA

A meu ver, esta obra está muito organizada mas, para quem lê pela primeira vez uma obra assim, pode ser confuso, pois está dividida em capítulos e parêntesis. Julgo que por estar escrita em português do Brasil, nos permite aprender novas palavras e vocabulário e que, ainda assim, a história consegue transmitir mensagens e lições de moral importantes.
Na minha opinião, tem ilustrações bonitas e chamativas que tornam a leitura mais interessante. Por outro lado, fiquei desiludida com o final, já que a história acaba de repente.
Em suma, recomendo a leitura da obra a todos os que gostam de ler e principalmente aos que gostam de fábulas, uma vez que a história é muito bonita e interessante.

Ana Carolina 8ºB

A obra está bem estruturada e com uma boa lição. Mas, no entanto, acho que devia ter um final mais específico, ou seja, não devia ter deixado aquela dúvida no ar de como tinha ficado o Gato.
Por fim, recomendo a leitura da mesma a todas as pessoas, porque acho que vão gostar e podem tirar uma boa lição, como por exemplo, por mais forte que o amor seja não quer dizer que se fique juntos para sempre.

Mariana 8ºB

A meu ver, esta obra foi interessante, porque aprendemos novo vocabulário. Também foi surpreendente, pois à medida que líamos os capítulos, ficávamos a tentar entender as atitudes das personagens, ficávamos a tentar perceber todas as decisões que principalmente o Gato Malhado e Andorinha Sinhá tomavam em relação um ao outro.
Por fim, entendemos que a obra para além de ser interessante, também tinha algumas lições de vida, como não julgar sem saber o que realmente acontece.

Inês Sousa 8ºB

Na minha opinião, gostei da obra, pois achei importante a mensagem que a obra transmite e gostei das ilustrações de Carybé. Só achei a obra um pouco confusa.
Por fim, eu recomendo o livro, mas não a crianças, porque é uma obra de difícil compreensão.

Simone Pereira 8ºB

Na minha opinião, gostei da obra, porque tinha um amor proibido. Além disso, a história é muito bem contada e detalhada, as personagens são diferentes e isso ensina que, mesmo sendo diferente, de outras cores ou géneros, o amor ainda existe e não se escolhe com quem ou como amar. Mas, no final, eu pensava que eles iriam ficar juntos, como sempre me disseram, e fiquei surpreendida.
Esta história foi criativa e adorei as ilustrações.

Beatriz Lopes 8ºC

Na minha opinião, a obra cria muita expectativa em relação à Andorinha Sinhá e ao Gato Malhado ficarem juntos. Mas, infelizmente, isso não acontece. Também achei alguns capítulos desnecessários, como os parênteses. A obra em si tem muitos detalhes e é romântica e mostra o que acontece na realidade: nem sempre há finais felizes.
Por fim, achei a obra interessante, mas não gostei do final. Recomendo-a, porque transmite moralidades e mostra que, nem sempre o que queremos, acontece.

Daniela Tomás 8ºC

A obra está muito bem estruturada, é muito divertida e muito interessante, porque se trata de uma fábula engraçada e escrita no idioma do Português do Brasil. Mas julgo que as ilustrações são muito exageradas.
Por fim, eu gostei da obra, pois ela ensinou-me muitas lições de moral e ensinou-me que o amor, por vezes, pode ser cruel. Também havia os Parênteses (uma parte essencial na história, já que é uma explicação de cada capítulo).

Cristiano Dias 8ºC

Em turma, lemos a obra O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, uma fábula escrita pelo autor brasileiro, Jorge Amado.
A obra apresentava um gato rabugento e uma andorinha adolescente que se apaixonaram.
A meu ver, retratou um pouco situações semelhantes ao que acontece na vida real: um homem mais velho apaixona-se por uma adolescente, cujo sentimento era mútuo, sendo que essa relação é mal vista pela sociedade, afastaram-nos a qualquer custo.
Embora ache interessante o desenrolar da história, todos os pormenores, como o espanhol da Vaca Mocha, o retrato dos sentimentos do Gato, entre outros, achei o final, especialmente, muito mórbido. Talvez seja pelo facto de os dois, o Gato e a Andorinha, acabarem infelizes, pelo Gato querer caminhar até ao fim do mundo…
Achei que não foi como a expressão “o amor vence”, já que desta vez a imagem e as idades em disputa venceram.
Em suma, gostei muito do livro, não apreciando tanto o fim.

Beatriz Seoane 8ºC

No ano letivo de 2021/2022, os alunos do 8ºC leram, juntamente com a professora Sandra Fonseca, da disciplina de Português, a obra “o Gato Malhado e a Andorinha Sinhá”, durante o 2º período.
A meu ver, este livro é pouco desenvolvido no aspeto da história e tem muitos detalhes, ou seja, pormenorizado, e esses detalhes foram um pouco irrelevantes, como por exemplo, os Parênteses que continham informação a mais que, muitas vezes, não estavam relacionados com o Gato ou com a Andorinha.
Na minha opinião, os detalhes do Vento, da Manhã e da Madrugada foram interessantes e bastante criativos e encaixaram muito bem na história. Porém, estes ocuparam muito “espaço” na obra.
Julgo que o título do livro deixa muitas expectativas, porque envolve o nome do Gato e da Sinhá, ou seja, dá a ideia de que vão ficar juntos e, no final, acabam por não ficar.
Finalmente, acabo por dizer que a obra tem aspetos positivos e negativos. Mas como fiquei desiludida, recomendo a história.

Marina Maciel Oliveira 8ºC

segunda-feira, 28 de março de 2022

terça-feira, 22 de março de 2022

Alunos do 5.º ano vão ao teatro

AVEF assiste à mais bela peça de teatro, em Barcelos


No dia 9 de março, as turmas de 5.º ano da Escola Básica de Fragoso deslocaram-se de autocarro ao Theatro Gil Vicente, em Barcelos, para assistirem à peça de teatro “O Príncipe Nabo”, levada a cena pela companhia “ AtrapalhArte”, de Coimbra.
A peça era uma adaptação da obra de Ilse Losa “O Príncipe Nabo” estudada na disciplina de Português e incluída no Plano Nacional de Leitura. A adaptação foi magistralmente feita e remetia-nos, de uma forma cómica, para temas e personagens da atualidade.
Os atores eram incríveis e de um profissionalismo imenso; sendo apenas três, conseguiram, na magia do teatro, representar todas as personagens da obra. A interação com o público foi espetacular e conseguiram arrancar gargalhadas a todo o momento.
No final do espetáculo, os atores foram muito atenciosos: ofereceram um marcador de página alusivo ao espetáculo e permitiram a captura de imagens sugerindo, inclusive, a partilha nas redes sociais.
Esta atividade, proporcionada gratuitamente, pela Câmara Municipal de Barcelos, despertou-nos para a importância e beleza dos espetáculos teatrais. No regresso à escola todos vinham sorridentes e muito satisfeitos.

Relato redigido pela turma 5.º A em aula de Português

Escola de Fragoso vai ao Theatro Gil Vicente, em Barcelos

No dia 9 de março do presente ano letivo, as turmas de 5.º ano da EBI de Fragoso deslocaram-se a Barcelos, ao Theatro Gil Vicente, para assistirem a uma peça de teatro.
Esta atividade inscreve-se no programa da disciplina de Português, no contexto do estudo da obra de Ilse Losa “O Príncipe Nabo”.
Através da peça de teatro, adaptada pela companhia “AtrapalhArte”, os alunos puderam ver e comparar o texto lido em aula com o representado em palco. Foi uma experiência muito rica, num ambiente próprio para a representação, proporcionando uma aprendizagem mais divertida e interativa.
Os atores animaram o público, permitindo a captura de imagens para divulgação e recordação e ainda presentearam o público com um marcador de página alusivo à peça.
No regresso à escola, os alunos vinham bem-humorados e, certamente, mais cultos.

A Câmara Municipal proporcionou aos alunos do município um espetáculo único!


Relato redigido pela turma 5.º B em aula de Português

segunda-feira, 21 de março de 2022

Autor do mês de março: Jorge Amado

 
 

 Jorge Amado

Jorge Leal Amado foi um dos mais famosos e traduzidos escritores brasileiros.

Jorge Amado nasceu a 10 de agosto de 1912 e faleceu a 5 de agosto de 2001. Era jornalista, escritor, poeta e romancista.

Ganhou vários prémios, nomeadamente o Prémio Camões, Prémio Lenin da Paz, Ordem do Mérito Cultural, entre outros também internacionais.

Este escreveu diversas obras magníficas, tais como: Gabriela, Cravo e Canela, Capitães da Areia, Terras do sem fim e muitas mais.

Maria 8ºA



Jorge Amado de Faria nasceu a 10 de agosto de 1912, na Bahia, Brasil. Passou a infância em Ilhéus e, mais tarde, mudou-se para Salvador, para cumprir o ensino secundário, permanecendo aí, mesmo depois de terminar os estudos.

Passou a escrever para jornais e participou ativamente da vida literária local. Foi perseguido pelo regime político, tendo de abrigar-se na Argentina e no Uruguai, entre os anos de 1941 e 1942. Quando regressou ao Brasil, ingressou na política.

Entre as obras que escreveu estão: O país do Carnaval; Cacau; Suor; Jubiabá; Mar Morto; Capitães da Areia; Terra do Sem-Fim; entre outras.

Jorge Amado recebeu inúmeros prémios nacionais e internacionais como o Prémio Camões (1995), Prémio internacional Lenin (1951) e o Prémio Dimitrof da Literatura (1986).

Faleceu em Salvador, no dia 6 de agosto de 2001, deixando uma vasta obra literária que ganhou adaptações para televisão, rádio, cinema e banda desenhada, em diversos países.

                                                                                                                                 Ana Carolina 8ºB

Biografia - Jorge Amado

Jorge Amado nasceu a 10 de agosto de 1912, no Brasil. Tinha nacionalidade brasileira, mas possuía ascendência portuguesa, judaica, indígena e africana.

Aos 14 anos, renovou a literatura baiana com um grupo de colegas, e os seus trabalhos eram publicados em revistas fundadas por eles mesmos. O escritor casou com a escritora Zélia Gattai, com quem teve dois filhos, João Jorge e Paloma Jorge. Também teve Eulália Dalila Amado, que morreu precocemente aos 14 anos, fruto do casamento com a ex-mulher, Matilde Garcia Rosa.

O escritor morreu a 6 de agosto de 2001, com 88 anos, em Salvador, no Brasil.

Algumas obras:

Capitães da Areia,1937

Suor,1934

O País Do Carnaval,1931

O Sumiço da Santa, 1988

Tieta do Agreste, 1977

Agonia da Noite, 1954

Alguns prémios:


Prémio Pablo Neruda (Moscou-1989)

Prémio Luís de Camões (Portugal-1994)

Medalha de Vermeil (França-1988)

Prémio Dimitrov de Literatura (Sofia-1986)

                                                                                                                                       Inês Sousa 8ºB

Breve Biografia de Jorge Amado

Jorge Amado foi um escritor nascido a 10 de agosto de 1912 em Itabuna, Bahia, Brasil, tendo falecido no dia 6 de agosto de 2001, em Salvador, Bahia, Brasil.

Jorge Leal Amado de Faria foi um dos mais famosos e traduzidos escritores de todos os tempos, e também o autor mais adaptado do cinema, do teatro e da televisão. Durante a sua carreira, escreveu várias obras e ganhou vários prémios, como: Prémio Camões, Prémio Lenin da Paz, Ordem do Mérito cultural, entre outros. 

                                                                                                                                          Inês Silva 8ºC

Biografia de Jorge Amado

Jorge Amado foi um escritor brasileiro que nasceu em 1912 e faleceu em 2001, com 89 anos. Possuía ascendência portuguesa, judaica, indígena e africana.

Foi um dos maiores representantes da ficção religiosa que marcou o segundo tempo modernista. As suas obras são baseadas na análise dos cenários rurais e urbanos da Bahia. Escreveu livros como Gabriela, Cravo e Canela (1958), Capitães da Areia (1937), Terra do Sem-Fim (1943) e muitos mais.

Por último, recebeu muitos prémios: “Prémio Camões”, “Prémio Lenin da Paz”, “Ordem do Mérito Cultural”, entre outros.
                                                                                                                                     José Lacerda 8ºC

Jorge Amado

    Jorge Amado nasceu no dia 10 de agosto de 1912 e morreu no dia 6 de agosto de 1961. Foi um escritor brasileiro da escola modernista e tornou-se o mais famoso dos escritores brasileiros modernos, com a sua obra traduzida para 49 idiomas e ainda mais conhecida no cinema.

    O escritor nasceu numa fazenda perto do interior de Itabuna e era o mais velho de quatro irmãos. Vivia todos com a mãe, D. Eulália Leal, e o pai, João Amado de Faria, na fazenda, no povoado de Ferradas.

    Aos catorze anos de idade, Jorge Amado começou a colaborar com várias revistas e participou da vida literária como um dos fundadores da “Academia dos Rebeldes”.

    Em 1931, com dezoito anos, lançou o seu primeiro romance, “O País Do Carnaval” e, dois anos depois, em 1933, casou-se com Matilde Garcia Rosa e juntos tiveram uma filha. No mesmo ano, publicou o seu segundo romance que ajudou a aumentar a sua popularidade.

    Em 1935, o escritor foi preso e, dois anos após o ocorrido, os seus livros foram queimados. Em Portugal, as suas obras foram banidas, enquanto no resto da Europa ficaram ainda mais famosas.

    Da sua exposição às grandes plantações de cacau da região, Amado conheceu a miséria e as lutas das pessoas que trabalhavam na terra e viviam em condições escravas. Este foi um tema das suas obras, como “The Violent Land”, em 1944.

    No início da década de 1945, o escritor casou-se novamente, desta vez com a escritora Zélia Gattai e esta representou o marido na entrega dos prémios, após a sua morte em 6 de agosto de 1961.

Marina Oliveira 8ºC

Biografia de Jorge Amado

Jorge Amado foi um escritor e ficcionista brasileiro que nasceu, em Itabuna, no ano de 1912, e que faleceu, em Salvador, em 2001.

Ao princípio, começou a dedicar-se ao jornalismo e, mais tarde, estreou-se como romancista com as obras “País do Carnaval”, em 1931; “Cacau”, em 1933; e “Suor”, em 1934.

Foi exilado duas vezes, inicialmente em 1941 e, mais tarde, em 1948. Enquanto esteve exilado, escreveu “O Cavaleiro da Esperança”, em 1942.

Recebeu prémios, como o Prémio Estaline, em 1951, com a designação de “Prémio Internacional da Paz”, o Prémio Nobel Albert Camus e o Prémio Camões, em 1994.

Matilde Maciel 8ºC

Biografia de Jorge Amado 

Jorge Amado nasceu no dia 10 de agosto de 1912, na fazenda Auridícia, no sul do estado da Bahia.

Filho de João Amado de Faria e Eulalia Amado, com um ano de idade, foi para Ilhéus. Fez os seus estudos secundários no Colégio António Vieira e Ginásio Ipiranga.

Mais tarde, começou a trabalhar com jornais e a participar da vida literária. Publicou o seu primeiro romance O país do Carnaval, em 1931. Casou-se, em 1933, com Matilde Garcia Rosa, com quem teve uma filha, Lila. Nesse ano, publicou o seu segundo romance Cacau.

Formou-se pela Faculdade Nacional de Direito, no Rio de Janeiro. Em 1935, militante comunista, foi obrigado a exilar-se na Argentina e no Uruguai. Entre 1941 e 1942, fez uma longa viagem pela América Latina. Em 1944, no seu regresso, separou-se da sua esposa.

Em 1945, foi eleito membro da Assembleia Nacional Constituinte, no Partido Comunista Brasileiro (PCB). Jorge Amado foi autor da lei, ainda hoje em vigor, em que assegura o direito à liberdade de culto religioso. Nesse mesmo ano, casou-se com Zélia Gattai, com quem teve, em 1947, João Jorge.

Entretanto, o PCB foi declarado ilegal e os seus membros foram perseguidos. Então, até 1950, exilou-se com a sua família em França, ano em que de lá também foi expulso. Em 1940, a sua filha Lila morreu.

Em 1955, afastou-se da política e dedicou-se à literatura. As obras de Amado foram adaptadas para teatro e televisão. Os seus livros foram traduzidos em 49 línguas.

Jorge Amado acaba por morrer em Salvador, no dia 5 de agosto de 2001. Foi cremado, como o mesmo desejava e enterrado no jardim da sua residência.

Ao longo da sua vida, Jorge Amado recebeu vários prémios:

Stalin da paz, União Soviética, 1951;

Latinidade, França, 1971;

Nonino, Itália, 1982;

Dimitrov, Bulgária, 1989;

Pablo Neruda, Rússia, 1989;

Etruria de Literatura, Itália, 1989;

Cino del Duca, França, 1990;

Mediterrâneo, Itália, 1990;

Vitaliano Brancatti, Itália, 1995;

Luís de Camões, Brasil/Portugal, 1995;

Jabuti, Brasil, 1959/1995;

Ministério da Cultura, Brasil, 1997.

Marta Ribeiro 8ºA

Biografia de Jorge Amado

Jorge Leal Amado Faria, ou simplesmente Jorge Amado, nasceu a 10 de agosto de 1912, em Itabuna, no Brasil, e morreu a 6 de agosto de 2001, com 88 anos em Salvador, no Brasil.

Foi um dos escritores mais famosos no Brasil, tem inúmeras obras publicadas, mas as de mais sucesso são: Dona Flor e Seus Dois Maridos, Tenda dos Milagres, Tieta do Agreste, Gabriela, Cravo e Canela e Tereza Batista Cansada de Guerra. Os seus livros foram traduzidos em 80 países, em 49 idiomas. As suas obras foram à base de romances, crónicas, fábulas e contos.

Em 1994, a sua obra A descoberta da América pelos turcos foi reconhecia com o Prémio Camões.

Jorge Amado teve também três filhos, João Jorge Amado, Paloma Jorge Amado e Eulália Dalila Amado.

Mariana 8ºB

Biografia de Jorge Amado

    Jorge Leal Amado de Faria, mais conhecido por Jorge Amado, nasceu a 10 de agosto de 1912, em Itabuna, Bahia, Brasil, e morreu a 6 de agosto de 2001, em Salvador, Bahia, no Brasil, tendo na sua vida como escritor, escrito várias obras e ganho vários prémios.

    Jorge Amado escreveu várias obras, mas as mais famosas foram O país de Carnaval (1931), Cacau (1933), Suor (1934), Jubiabá (1935), Mar Morto (1936), e Capitães da Areia (1937).

    Em relação aos prémios, o escritor ganhou muitos, mas os mais importantes foram o Prémio Camões (1994), o Prémio Lenin da Paz (1951), a Ordem do Mérito Cultural (1995).

   Por fim, Jorge Amado teve três filhos, tendo sido conhecido como um escritor famoso. 

Tomás 8ºB

segunda-feira, 7 de março de 2022

Semana da Leitura: "Ler Sempre. Ler em Qualquer Lugar."

Iniciamos no dia 7 de março a Semana da Leitura, que é uma iniciativa do Plano Nacional de Leitura, e cujo mote é "Ler Sempre. Ler em qualquer lugar."

O Agrupamento de Escolas de Fragoso, em articulação com o Município de Barcelos e a Rede de Bibliotecas Escolares de Barcelos, associa-se a esta iniciativa, através da realização de diversas atividades, destacando a Feira do Livro com oferta de um amor perfeito a quem adquirir um livro, o encontro com as escritoras Luísa Ducla Soares e Manuela Mota Ribeiro e a apresentação do livro “Direitos não confinados” da autoria de Frei João Costa e Verónica Parente.

                           

Dia da Mulher - Movimentos Solidários

Está a chegar mais um dia dedicado à Mulher!

O dia 8 de março recorda as conquistas das mulheres que, ao longo da história, têm lutado pelos seus direitos e contra o preconceito.

No nosso Agrupamento esta data não ficou esquecida pois, para além de várias atividades pensadas para a valorização da Mulher, também será um dia dedicado à prática de exercício físico, tão importante para o bem-estar físico e psicológico de qualquer pessoa! 

E como na escola estamos a desenvolver outras atividades relacionadas com a prevenção contra o Cancro, contamos com a sua solidariedade no sentido de, com um valor simbólico de 2 euros, ajudar a Liga Portuguesa contra o Cancro.


É como dizemos no poster...vamos todas participar com movimentos solidários!

Um bem-haja para todas!

sábado, 26 de fevereiro de 2022

As artes na escola

Os alunos da escola EB1 de Balugães realizaram  trabalhos a partir da observação de algumas obras de Juan Miró e dos símbolos que ele utilizava. Cada aluno desenhou a sua composição com esses símbolos, que contavam uma história. Coloriram o seu trabalho. Para concluir construíram um painel, “A escola de Miró” onde estão os trabalhos só com as linhas a preto e branco e o colorido. Para outro trabalho pintaram à mão com tinta branca e pousaram numa cartolina de cor. Depois de seca, desenharam nos dedos os seus bonecos de neve. Para fazerem outros bonecos de neve, recortaram papel canelado branco para o corpo e com cartolinas de várias cores e trapilho construíram o seu boneco.
No painel das “Sombras de Inverno”, os alunos desenharam e pintaram um pinheiro, um boneco de neve e uma árvore de folha caduca numa tira de papel branco. Recortaram com muito cuidado e colaram os três elementos e a tira, numa folha azul. Para construir o painel juntaram os trabalhos todos.
Para o dia de São Valentim fizeram, em papel, um lenço da amizade e da escola. Dos Lenços dos Namorados adaptaram uma quadra para a amizade e escreveram outras sobre a escola. Inventaram erros e com cores diferentes copiaram as quadras para o lenço. Cada um desenhou e coloriu o seu lenço. Construíram um coração grande com os lenços feitos e com tiras coloridas fizeram outro mais pequeno para colocar dentro dos lenços.
Numa aula ao ar livre os alunos construíram, utilizando vários tipos de cartão (caixas que eles trouxeram), uma máscara decorativa toda maluca. Foi distribuído um quadrado de cartão e cada um usou a sua imaginação para o decorar.

Alunos de Balugães


           

domingo, 23 de janeiro de 2022

Dar voz às palavras

    Eu li a obra “O cavaleiro da Dinamarca” de Sophia de Mello Breyner Andresen.
    Eu adorei esta obra e aconselho a sua leitura, porque é muito divertida. Fala-nos de um homem que saiu de casa para ir à Terra Santa em peregrinação e só voltou dois anos depois. 
    A minha personagem favorita é o homem, porque ele adora fazer caminhadas e eu também gosto. Gostei da parte quando ele chegou a casa, mas para tal teve que vencer uma tempestade. Eu com esta história fiz uma viagem à Terra Santa.

 Tomás Lacerda, 6.ºA

    Eu li a obra "O Planeta Branco", do autor Miguel Sousa Tavares, que fala sobre três astronautas que foram atrás de um planeta que continha água. No entanto, um vento estranho desviou-os da rota. Então viram que já não era possível chegar ao destino e decidiram tomar um comprimido para morrerem. Isso não resultou e envelheceram trinta anos. Aterraram num planeta branco, saíram da nave e andaram um pouco até que encontraram um homem vestido de branco. Ele deu-lhes as coordenadas do planeta Terra e avisou-os que, quando entrassem na nave, iam esquecer tudo o que viram e até que o conheceram. E assim foi. Eles voltaram para a Terra.
    Eu recomendo a todos a leitura desta obra, porque fala sobre o espaço e sobre algumas coisas que eu não sabia da sua existência.

Diego Morgado, 6.ºA

    A história que eu li foi “Uma Estranha Caravana” do autor Geronimo Stilton.
    Eu gostei de ler o livro. As partes que eu mais gostei foram:
    1º quando o Geronimo pilotou uma moto de neve e não sabia, enquanto o dono da moto estava a dormir em cima dela, à frente do Geronimo;
    A 2º parte que eu mais gostei foi quando eles foram jogar vários jogos na neve e o Geronimo sempre, no final, acabava por se magoar.
    A minha personagem favorita é também a que participa mais na história, o Geronimo Stilton. 
    Eu achei a história interessante e aconselho a lê-la, porque eles foram ao Raquistão. Na minha opinião, quem gosta de muita ação na história, não vai gostar tanto deste livro.

Rafael Torres, 6ºA


    Eu li a obra “A noite de Natal” da Sophia de Mello Breyner Andresen.
    Na minha opinião, eu gostei deste livro, porque a história é muito divertida. Eu gostei da obra, principalmente da parte em que a Joana conheceu um menino que passou à frente da sua casa. Ele era um garoto todo vestido de remendos e vivia entre os pinhais, numa cabana onde dormem uma vaca e um burro.
    No dia de Natal, a Joana foi ter com ele, pois estava preocupada que ele não tivesse presentes.
    A minha personagem favorita é a Joana, pois ela foi capaz de dar os seus presentes ao Manuel.

Catarina Sá, 6.ºA

    Eu li a obra “Os direitos das Crianças“ de Luísa Ducla Soares. Na minha opinião a história é muito bonita, porque aprendi mais coisas sobre os direitos humanos. Também tinha muita informação que eu desconhecia. As personagens que eu gostei mais foram os deficientes, porque eles sorriam e brincavam, enquanto as outras crianças começavam a rir-se e a tirar fotos. Eu gostei muito da obra, porque é divertida e é uma aventura. Recomendo a sua leitura, pois vão ficar a saber mais sobre os direitos das crianças.
Beatriz Serra, 6ºA


    Eu gostei de ler a obra “O Menino-Estrela", de Oscar Wilde, porque quando o lenhador pegou no Menino-Estrela para cuidar dele com amor e carinho, foi um gesto muito bonito. Não gostei quando passou por lá uma pobre mendiga que dizia ser sua mãe e ela foi muito maltratada por ele. Como castigo, o Menino-Estrela ficou com cara de sapo e corpo de víbora.
    Eu gostei da parte em que o Menino-Estrela percebeu que tinha tratado mal a sua mãe. Então ele decidiu percorrer o mundo atrás dela, mas pelo caminho encontrou um mágico que lhe propôs encontrar 3 moedas de ouro. Caso ele não as encontrasse, seria castigado. Sempre que ia procurar as moedas, uma lebre ajudava-o. No caminho de regresso para casa, encontrava sempre um leproso que lhe pedia a moeda e ele, mesmo sabendo que ia ser castigado, dava-a sempre. Quando ia a entrar no palácio foi aplaudido por uma multidão e descobriu que a lebre era a rainha, a sua mãe era o leproso e o rei o seu pai. O Menino-Estrela foi coroado como rei, mas ao fim de 3 anos morreu.
    Eu aconselho toda a gente a ler esta obra, porque é muito interessante, educativa e tem um final feliz, pois a família reuniu-se em paz e amor.

Carolina Sá, 6.ºA

quinta-feira, 23 de dezembro de 2021

Trabalhos de Natal da EB1 de Fragoso

    Com o intuito de vivenciar o espírito natalício, os alunos da EB1 de Fragoso realizaram ao longo do 1ºperíodo várias atividades referentes à época para sensibilizar para as tradições e o espírito natalício, a partilha e a solidariedade. Os alunos decoraram as salas de aula com motivos alusivos ao natal e construíram árvores de natal ecológicas, na qual trabalharam várias técnicas de expressão: musical, dramatização, declamação de poemas; pintura, recorte e colagem bem como a utilização de materiais reutilizáveis em estreita articulação com pais/encarregados de educação, as várias disciplinas e com notável envolvimento de alunos.
EB1 de Fragoso

 

quinta-feira, 16 de dezembro de 2021

Projeto "Ler, recuperar e aprender"

O projeto "ler, recuperar e aprender" tem por base a leitura, nos seus vários domínios, que é fundamental para o sucesso dos alunos pela sua transversalidade e pela forma como influencia as aprendizagens em todas as áreas curriculares e não curriculares. Além disso, a leitura tem como propósitos recuperar aprendizagens, estimular e promover o gosto por ler e induzir hábitos leitores.

Este projeto destina-se aos alunos do 1.º ciclo e está a ser desenvolvido em articulação com a Biblioteca, com a colaboração das famílias.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

Concurso Nacional de Leitura 1.º momento da 1.ª fase

O agrupamento de Escolas de Fragoso participa mais uma vez no Concurso nacional de Leitura.

Os alunos leram os seguintes livros para a realização da 1.ª fase deste concurso:

1.º ciclo- A caixa de saudades, de Rosa Alçada Araújo;

2.º ciclo - O planeta branco, de Miguel Sousa Tavares;

3.º ciclo - História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, de Luís Sepúlveda.

No final da semana serão disponibilizados os resultados, com os vencedores que irão participar no 2.º momento desta fase a nível concelhio.

               

terça-feira, 7 de dezembro de 2021

Decoração de Natal Make-A-Wish a realizar sonhos

 O Agrupamento de Escolas de Fragoso, mais uma vez, aderiu ao desafio da Make-A-Wish, continuando a contribuir para a realização de sonhos, através da participação no NATAL 2021: Concurso de Decoração - Que estrela sou na constelação da Escola?
Votem na decoração da nossa escola, para tal procurem a decoração da imagem e que está identificada como EBI de Fragoso: 

http://www.makeawishvaiaescola.pt/votar-actividade


sábado, 4 de dezembro de 2021

Semana Concelhia dos Direitos Humanos

Todos os anos, no dia 10 de dezembro, comemora-se o Dia Internacional dos Direitos Humanos, data em que a Assembleia Geral das Nações Unidas oficializou a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Para relembrar este dia, a RBEB - Rede de Bibliotecas Escolares de Barcelos, vai levar a efeito a Semana Concelhia dos Direitos Humanos, de 6 a 10 de dezembro, dinamizando um conjunto de ações nas Bibliotecas Escolares, Biblioteca Municipal e Escolas do Concelho.

O Agrupamento de Escolas de Fragoso, através do DCHS e o Clube É-te=Igual, associa-se a estas comemorações com a realização de diversas atividades programadas para a semana de 9 a 10 de dezembro.

Salienta-se a participação na Maratona de Cartas - assinaturas que mudam vidas, organizada pela Amnistia Internacional.


domingo, 28 de novembro de 2021

Semana da Ciência 2021

A Físico-Química em ação: atividades experimentais


Na aula Físico-Química, os alunos do 8.ºA deslocaram-se ao Jardim de Infância de Fragoso para aí desempenharem o papel de “cientistas” e realizarem atividades experimentais para os colegas mais novos. 

Numa semana dedicada à Ciência, deu-se assim início às atividades realizadas no âmbito do projeto “A ciência dos mais pequenos”, cujo principal objetivo é levar as ciências experimentais às salas de aula dos mais novos, privilegiando sempre uma abordagem prática e promovendo atividades que estimulem a curiosidade da criança e despertem nela o gosto pela ciência.





MIBE