quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

Encontro com o escritor Pedro Seromenho

    No dia 13 de janeiro, os alunos da escola de Fragoso e de Aldreu receberam a visita do escritor, contador de histórias e ilustrador, Pedro Seromenho, na escola sede do Agrupamento.

     Num ápice, a sala encheu-se de olhares atentos e curiosos e repletos de encantamento.


    Com o seu olhar terno e divertido e uma caneta mágica, Pedro Seromenho ilustrou cenas do seu último livro “ Seis Lendas com legendas”, cativando a atenção de todas as crianças para o desenrolar das suas belas histórias.

    No final, foram distribuídos livros pela Biblioteca Municipal de Barcelos a todos os alunos, sendo os mesmos autografados e ilustrados pelo próprio autor, para mais tarde recordar este momento tão especial.

    A Escola agradece toda a colaboração prestada pela Biblioteca Municipal de Barcelos e a disponibilidade e atenção do escritor Pedro Seromenho.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

Escola de Fragoso em 2º Lugar no Concurso da Make-A-Wish

 Make-A-Wish

 10ª Edição do Concurso de Decoração de Natal:


A minha Escola é uma constelação com superpoderes.

 O teu, qual é?


Obtivemos 728 votos e conseguimos o 2º lugar!  Parabéns a todos que participaram!


terça-feira, 13 de dezembro de 2022

Escola a Ler: "A Noite de Natal"

Em época de Natal, a turma F4 partilha o trabalho realizado no projeto “Escola a Ler”.

Depois da leitura do conto A noite de Natal de Sophia de Mello Breyner Andresen, criaram a sua versão ilustrada.


quarta-feira, 30 de novembro de 2022

Ler para Pensar: Dar Voz às Palavras

 CLUBE DE LEITURA 

No âmbito do Clube de Leitura, dinamizado nas aulas de SEP, e tendo em conta o objetivo/eixo «Tempo para ler e pensar», os alunos do 9º ano redigiram comentários escritos a partir de cartoons e de excertos do livro O rapaz ao fundo da sala, de Onjali Q. Raúf.
Para além do prazer da leitura, foi trabalhado o aperfeiçoamento da técnica de comentário, assim como o espírito crítico com exploração das diferentes temáticas do livro.




«A mãe(…) Diz que os melhores livros são aqueles que deixam em nós mais perguntas do que respostas e que essa parte é a melhor de todas: irmos nós próprios à procura de respostas noutro lado. (…)» p.51
In O rapaz ao fundo da sala, Onjali Q. Raúf, Booksmile





A leitura é fundamental para o nosso desenvolvimento. No cartoon, podemos observar um regador a regar as plantas, mas este adquire o formato de livro, e, por sua vez, as plantas o formato de cérebros, tudo em tons entre azul e verde.
Penso que este cartoon está relacionado com o quão ler é importante e ajuda na evolução do cérebro. Com os livros adquirimos muito conhecimento e criatividade. Considero que a água seja a sabedoria e curiosidades e está a ser derramada sobre os cérebros, ou seja, a enriquecê-los com a leitura.
Além disto, a expressão abaixo está também relacionada com o cartoon, visto que com um só livro podemos interligar o que sentimos com o que estamos a ler e, muitas vezes, ficamos admirados com o facto de se enquadrar tão bem, daí a expressão “nós próprios à procura de repostas noutro lado”. O “outro lado” poderá ser só um dicionário, caso não percebamos alguma palavra, mas também os nossos pensamentos.
Por fim, concluo que ler é fundamental, tanto para procurar saber mais e desenvolver o nosso cérebro, como para procurar respostas para as nossas imensas perguntas.
Maria, 9ºA

No cartoon, vejo um livro que representa um regador e que está a regar um cérebro.
Acho que, no cartoon, dá-se a entender que os livros enriquecem o nosso conhecimento. Já na mensagem proferida pela narradora refere que os melhores livros são aqueles que deixam em nós mais perguntas do que respostas e, para podermos esclarecer as perguntas, temos de ir à procura das respostas. Por outo lado, isso relaciona-se com o cartoon no sentido em que, quando lemos livros, ficamos mais inteligentes e curiosos. E por isso, surgem perguntas e vamos à procura de as tirar, como é referido na mensagem citada pela narradora.
Conclui-se que através dos livros ficamos mais inteligentes e sábios, já que também ficamos mais curiosos e com perguntas e que é divertido ir à procura das respostas, e que nos podem levar a outros lugares e podemos ser tão sábios como os outros.
Em suma, é muito importante ler! Vamos despertar as mentes!
Luís Neiva, 9ºA


«Mas preocupava-me o Brendan Brook Maldoso. É o bully da Turma. (…) passa a maior parte do tempo a perseguir os que são mais pequenos do que ele pelo recreio. Não é muito inteligente, e tem ódio a quem seja (…).» p.29

In O rapaz ao fundo da sala, Onjali Q. Raúf, Booksmile





Na maioria das escolas, existem alunos/as a sofrer de bullying . Mas não só nas escolas. Hoje em dia, existem muitas pessoas maldosas por todo lado.
No cartoon que me foi apresentado, é possível ver um menino triste com uma mochila às costas, provavelmente iria para a escola. Ele está a ver-se ao espelho e a imaginar um monstro em cima dele, monstro esse a que chamamos de “bullying”.
Junto com o cartoon está também um excerto, que refere um menino que fazia bullying na escola contra os que eram mais pequenos do que ele e não gostava de quem era inteligente, apesar de ele não ser muito.
A meu ver, este cartoon e este excerto estão relacionados, pelo facto de, na imagem, o menino aparentar estar com medo de ir para a escola, pois devem exercer bullying sobre ele; e, no excerto, apresenta um rapaz que fazia bullying com os colegas. Também acho que muitas das pessoas que fazem estes atos maldosos pretendem apenas mostrarem-se e sentirem-se superiores aos outros. Às vezes, isto acontece quando os agressores estão a passar por uma fase má, não quer dizer que é o que está a acontecer no
cartoon e no livro de onde foi retirado o excerto, mas pode acontecer.
Depois disto, devemos aprender a tentar falar com o agressor para chamá-lo à razão e fazê-lo ver que o que está a fazer não está de todo correto. Mas também é importante tentar perceber se está tudo bem da parte de quem pratica o ato malvado.
Afinal, não é só a vítima que terá de ser ajudada, mas também o agressor. Quem sabe se não terá sido uma vítima também outrora?
Mariana Ribeiro, 9ºB

Este cartoon representa um dos maiores problemas, um dos piores atos que a sociedade, ou grande parte dela comete: o bullying.
Isso afeta a saúde mental das pessoas, e muitas vezes, prejudica também fisicamente e até pode condicionar o comportamento da vítima em relação às outras pessoas. Muitas vezes, o bullying acontece das duas formas que referi anteriormente.
Posteriormente, quem sofre desses atos perigosos e agressivos ficam mais solitários, tristes e sentem-se incapazes, não se sentem suficientes. A confiança e a autoestima das mesmas ficam muito baixas, quando se olham ao espelho não gostam do que veem, da sua forma física e de tudo em geral.
Mas há pessoas que sofreram bullying e felizmente conseguem superar e ficar bem com elas próprias. Conseguem olhar para trás e sentirem orgulho de terem conseguido superar e de recuperarem a saúde mental e física.
Considero que quem passa por isto tem de ganhar força ou tentar ganhá-la para seguir com a sua vida em frente e não ficar presa ao passado.
Com estas palavras retiradas da obra, o narrador, na minha opinião, quis referir que o “bully” persegue as outras pessoas, não é inteligente e que tem ódio a tudo e a todos.
Por outro lado, temos de conhecer a pessoa, a sua história para ajudá-la a ultrapassar todos esses sentimentos ruins que ela tem dentro de si e fazê-la parar de cometer esses atos de humilhar os outros para se sentir superior. Provavelmente, é uma necessidade do ser humano que faz isso, o “bully” tem uma espécie de capa de mauzão para se esconder e se proteger.
Concluo que tanto a vítima como o “bully” precisam de ajuda, de serem compreendidas e ajudadas por especialistas, amigos e os seus familiares.
Inês Sousa, 9ºB

«- Ouviram falar da nova criança refugiada que entrou para a escola? (…) vai dar chatices. Só vêm para cá para ficar com os nossos empregos! (…)» pp.36-37

In O rapaz ao fundo da sala, Onjali Q. Raúf, Booksmile




Hoje em dia, o tema da guerra e da integração de pessoas estrangeiras nos países que não são os seus países-natal é muito falado.
O cartoon mostra um rapaz de três anos, morto numa praia da Turquia. Ao lado dele, há um pedido de imigração para o Canadá, recusado, mesmo sendo refugiado.A meu ver, interpreto isto como alguém que tentou sair do seu país, em guerra, pedindo residência noutro, o que não foi possível. Assim sendo, penso que tentaram fugir de barco, ou de jangada, e acabou morto.
O que acho realmente lamentável são comentários como o da Sra. Grimsby, uma das personagens do livro O rapaz ao fundo da sala. Estas pessoas, refugiadas saem dos seus países à procura de asilo, de um ligar para viver, e de certeza que não saem do país para " ficar com os nossos empregos! ". Não acho incómodo que nenhuma pessoa de outro país queira fazer algo, ter um papel para ajudar na sociedade, e também querer fazer algum dinheiro.
Na minha opinião sincera, acho horrível fazer-se estes tipos de comentário enquanto há pessoas a morrerem, como se vê no cartoon.
Refugiados não vêm para os nosso país para nos tirar o que quer que seja! Eles vêm para viver!
Com isto, o que quero dizer é que devemos dar a todos uma oportunidade, ou, pelo menos, tentar pormo-nos na situação da pessoa em causa.
O cartoon constitui um alerta, bem como a obra de Onjali Q. Raúf. 
Beatriz Seoane, 9ºC

Este cartoon aborda a situação dos refugiados quando tentam fugir da guerra dos seus países.
Na imagem, podemos ver uma praia, com uma criança síria morta na areia. Veste uns calcões azuis, uma camisola vermelha, calça uns sapatos pretos e tem cabelo curto e castanho. Podemos também ver, ao seu lado, uma carta, com um pedido de imigração para que a criança possa fugir da guerra, e por cima podemos observar um símbolo a dizer que o seu pedido de imigração foi recusado.
Conseguimos relacionar o cartoon com o excerto retirado do livro “O rapaz ao fundo da sala” visto que quando os refugiados fogem para outros países têm de ouvir comentários desnecessários, como por exemplo o que foi referido pela Sra. Grimsby. Talvez isso também influencie um pouco os pedidos de imigração serem muitas vezes negados.
Penso que o cartoon nos mostra uma situação horrível que, infelizmente, acontece várias vezes e que precisa de acabar. Na minha opinião, podemos ainda associar metaforicamente a cor da camisola do menino ao sangue não só dele, mas de todas as vidas perdidas por causa da guerra e dos pedidos de imigração e ajuda negados.

Inês Silva, 9º C

Desde há muito tempo, os refugiados são discriminados, ou pela sua nacionalidade, ou pela sua cor, ou pela sua forma de ser ou simplesmente por ser refugiado. Mas será mesmo correto fazê-lo?
Já muitos documentos, livros, imagens mostram-nos a crueldade dos que se acham superiores em relação aos refugiados, traumatizados pelas guerras no seu país. 
A meu ver, não é correto, pois é um gesto grotesco matar pessoas inocentes, que procuram uma vida melhor para os seus descendentes. Crianças também morrem, como o caso mais falado, em 2015, de Avlan Kurdi, a criança refugiada, oriunda da Síria, encontrada morta, numa praia turca. O cartoon retrata essa realidade.
Penso que também existem casos em escolas em que os próprios pais tentam afastar os seus filhos dos refugiados, pois acham-nos perigosos  e que só lhes vão trazer aborrecimento. Pensam ainda que só lhes querem tirar o trabalho, deixando-os desempregados. 
O livro O rapaz ao fundo da sala, de Onjali Q. Raúf, mostra-nos exatamente isso, a ganância dos de cá para com os de fora, o medo e a insegurança em deixar os filhos sozinhos com um refugiado na escola. Também o comentário da Sra. Grimsby, umas das personagens do livro, é ilustrativo desse pensamento.
Por fim, acabo por dizer que mesmo com comentários, por vezes inventados, acerca dos refugiados, devemos pensar que são humanos como nós,  vêm para o nosso país para procurar uma vida melhor. Apenas temos de os aceitar como aceitamos os outros.

Matilde Maciel,  9ºC

sexta-feira, 25 de novembro de 2022

Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher

O Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher celebra-se, anualmente, no dia 25 de novembro, com o intuito de denunciar a violência contra as mulheres e exigir políticas em todos os países para a sua erradicação.

A violência de género tornou-se um problema estrutural que afeta as mulheres pela sua subordinação ao género masculino. Esta começa na falta de igualdade das relações entre homens e mulheres, originando a discriminação do género feminino. Trata-se, assim, de um problema social presente não só no âmbito doméstico, mas também no público em diferentes vertentes: física, sexual, psicológica, económica e cultural, afetando as mulheres desde o nascimento até a idade avançada. A violência na mulher não está confinada apenas a uma cultura, região ou país específico, nem a grupos particulares de mulheres na sociedade. Ela está generalizada.

No âmbito da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento e em articulação com TIC, durante o estudo do domínio “Igualdade de Género”, os alunos da turma 7ºA elaboraram cartazes alusivos à temática que foram distribuídos pelo espaço escolar com o objetivo de sensibilizar a comunidade educativa para a eliminação da violência contra a mulher.   


segunda-feira, 21 de novembro de 2022

Semana Concelhia da Ciência 2022

    A Rede de Bibliotecas de Barcelos (RBEB) promove, de 21 a 25 de novembro, a Semana Concelhia da Ciência. 

    No nosso agrupamento o Departamento de Ciências Exatas e a Biblioteca Escolar juntam-se a estas comemorações com a realização de diversas atividades, destacando-se a final do concurso de aviões e o encontro online, no dia 24, com a autora da coleção “O Clube dos Cientistas”, Maria Francisca Macedo, dando-se assim início à participação no Concurso da Ciência e Escrita Criativa.

        

sexta-feira, 11 de novembro de 2022

Criação de histórias com base na obra "A menina dos olhos ocupados"

Histórias da autoria dos alunos do 4.º ano da turma F4, sob orientação da professora Idalina Castro, no âmbito do Projeto "Escolas a Ler".

sexta-feira, 4 de novembro de 2022

AVEF no Outubro Rosa 2022

O Agrupamento de Escolas de Fragoso aceitou o desafio da LPCC para assinalar o Outubro Rosa e durante todo o mês a Onda Rosa foi-se alastrando por toda a comunidade educativa lembrando a importância da prevenção e diagnóstico precoce do cancro da mama. 

Além dos elementos decorativos de cor rosa, dinamizaram-se diversas atividades, que recolheram um forte apoio da comunidade educativa. Foram elas:
  • campanha “Um laço em troca de um pequeno gesto”, que mais uma vez teve uma excelente participação das famílias do ensino Pré-escolar e do 1.º ciclo;
  • venda de material fornecido pela Liga e produzido pelo clube Arco Íris;
  • 350 000 passos na luta contra o cancro – com o objetivo de lembrar a importância da atividade física na prevenção da doença e procurando alcançar a meta dos 350 000 passos, igual ao número de mamografias realizadas em 2021 – os alunos aderiram ao desafio e a meta foi largamente ultrapassada;
  • Dia 26 – o Agrupamento vestiu-se de ROSA – toda a comunidade foi convidada a vestir uma peça ou adorno de cor rosa. Na escola sede todos foram convidados a contribuir para esta causa.
                                   

segunda-feira, 24 de outubro de 2022

"Cozinhar para evitar desperdiçar"

O Clube É-te =Igual?, em articulação com o Departamento de Ciências Exatas e Naturais, no âmbito das comemorações do Dia Mundial da Alimentação, desenvolveu com os seus alunos uma pesquisa e posterior seleção de receitas simples onde fosse possível o aproveitamento total dos alimentos, como as cascas, talos e outras partes de legumes e frutas, que normalmente são colocados no lixo. Esta pesquisa foi realizada junto das famílias e em alguns livros e sites de culinária e no final escolheram-se as 10 receitas mais criativas. 

O lema deste trabalho consiste em “Cozinhar para Evitar Desperdiçar” e é com grande entusiasmo que divulgamos estas dicas não só com o intuito de evitar o desperdício alimentar no nosso dia a dia mas também como forma de ajudar as famílias a pouparem nos seus orçamentos mensais.





  Consulta as dicas aqui   👉
                                                                                  

                                                                                 

Comemoração do Dia Mundial da Alimentação

No dia 21 de outubro, pelas 9h30, os alunos da EB1 de Fragoso iniciaram a confeção de uma sopa de legumes, na sala de aula, para comemorar o “Dia Mundial da Alimentação”.

Em seguida, os alunos descascaram, lavaram, cortaram os legumes e colocaram-nos numa panela com água a ferver. Após uma hora de cozedura, os legumes foram triturados e colocaram sal e azeite.


Os meninos do Pré-Escolar também participaram nesta atividade. Enquanto a sopa foi confecionada, apresentaram canções e declamações de poemas relacionados com a alimentação. As alunas da turma F4 dramatizaram uma peça de teatro sobre como fazer uma sopa saudável.
No final da apresentação do teatro, todos degustaram a sopa de legumes que confecionamos.


Assim, concluímos que esta atividade alertou a Comunidade Escolar para os benefícios de uma alimentação saudável e deve-se repetir, pois as sopas estavam deliciosas!

Alunos da EB1 de Fragoso

terça-feira, 18 de outubro de 2022

Outubro - Mês Internacional das Bibliotecas Escolares

Em outubro celebramos as bibliotecas escolares, lembrando desta forma a importância do seu papel nas escolas.  A biblioteca escolar é um centro fulcral para o desenvolvimento de todas as literacias e desenvolvimento das competências essenciais dos alunos. 
Este ano a Rede de Bibliotecas Escolares propõe como mote LER PARA A PAZ E HARMONIA GLOBAIS. 
Depois de refletirmos com os alunos do 6.º ano sobre o tema, as professoras de Português dos 6.º A, B e C lançou-lhes o seguinte desafio:  
E para ti, o que é a Felicidade?
Já alguma vez refletiste sobre o que te faz feliz?
Os alunos expressaram por palavras este sentimento: 


Felicidade para mim é...


Para mim a felicidade é quando faço as coisas que eu mais gosto: jogar futebol com os meus amigos e divertir-me na escola…
Eu adoro ser feliz, mas às vezes fico triste quando me obrigam a fazer o que não gosto. Mas nós temos de aprender a gostar de tudo.
Diego, 6ºA

Para mim a felicidade é poder viver, poder sentir.
É poder participar, brincar, jogar, estar com os amigos...
Também é estar feliz e ver os outros felizes. Saber que estamos saudáveis, saber que estás perfeito, espantoso, que és bonito como és!
Margarida, 6ºA

Para mim, a felicidade é quando eu tenho um sorriso na cara, quando estou no shopping, quando estou com a minha família, quando a minha família tem saúde, quando vou ao parque, quando vou à praia.
Marta, 6ºA

A felicidade para ser encontrada em pequenos momentos da vida, como satisfazer o próximo ou realizarmos o que nos satisfaz ou o que nos compete.
Ser feliz, para mim, na escola, é ter boas notas, portar-me bem e deixar o meu pai e os professores contentes.
Mas pode significar outras coisas como ver a felicidade dos outros e viver breves momentos da minha vida. 
 João Vila-Chã, 6ºA

A felicidade sente-se quando estamos com as pessoas que mais amamos. Há momentos em que sinto isso. Quando estou em família, sinto a maior felicidade. A felicidade não se procura, só se encontra. Como muita gente diz, assim como a praia é feita de minúsculos grãos de areia, a felicidade é formada da união de pequenas coisas. Eu sinto-me feliz quando estou com os meus amigos.
Sofia, 6ºA

Para mim, a felicidade é um sentimento que toda a gente gosta de ter. Para ter essa sensação é preciso que esteja tudo bem e como essa pessoa gosta.
Eu, por exemplo, gosto de jogar no computador e sinto-me feliz quando o faço.
Dinis, 6ºA

Para mim a felicidade é ver a minha família bem, feliz e com saúde.
Ter amigos para compartilhar os bons momentos da vida.
Acabar o ano letivo com boas notas e ver a minha prima nas férias.
Soraia,  6.ºA

A felicidade é um sentimento belíssimo.
Para mim a felicidade é ficar com os meus amigos, ser livre, ter momentos risonhos, passar tempo com a minha família e ter saúde.
Claro que a felicidade não aparece sempre pois temos momentos bons e momentos maus.

João Torres, 6.ºA

Para mim a felicidade é uma coisa radical.
Quando estou feliz, faço as coisas com orgulho, faço as coisas realmente bem.
Também me sinto feliz quando tiro boas notas 555555.
A felicidade fica bem em toda a gente! Se todos fossem felizes e orgulhosos do bem, o mundo era muito melhor.
Vamos todos tentar ser felizes!
Rafael, 6.ºA

A felicidade para mim é brincar com os meus amigos, ver televisão, dormir, jogar futebol, correr, saltar, ser livre, ser criança e estar com a minha família.
Mas o mais importante é ter saúde e ser feliz.
Márcia, 6ºA

A felicidade para mim é brincar com as minhas amigas, sair para ir ao shopping, ficar em casa a ver Netflix, ir para a casa da minha prima, ter tarde livre à quarta-feira, cozinhar com a minha mãe, não ter de arrumar aos sábados, desenhar e ir a parques aquáticos.
A felicidade é a sensação que eu mais gosto neste mundo, faz-me sentir bem disposta e agradável.
Lídia, 6ºB

A felicidade para mim é divertirmo-nos, brincarmos.
É fazer o que nós gostamos, por exemplo: ver televisão, jogar futebol, chatear a minha irmã, passear, ir fazer compras, pintar desenhos, estar com a família, ir ao rio ou a piscina.
A felicidade para mim acaba por ser algo que faço no meu dia a dia e que também não impeça a liberdade dos outros.
Carolina, 6ºB

Felicidade é ter amigos, tardes livres, férias, jogar futebol, estar com a minha família, é viver. Felicidade para mim é ser feliz.
Gonçalo Vale, 6ºB

A Felicidade é ter alegria e respeito na nossa vida.
A Felicidade é conviver com os amigos e com a família.
A Felicidade e estar com as pessoas mais importantes para nós.
Beatriz, 6ºB

Felicidade para mim é conviver com a minha família, ir para a escola e estar com os meus amigos.
Jogar telemóvel, andar de patins, andar de bicicleta, andar de skate, jogar à bola, ir para a natação.
Brincar com os meus primos, conversar com a minha avó, estar com o meu pai e a minha mãe no sofá a ver televisão, assistir a filmes, estar em casa a andar de trotinete e viver em harmonia. 
Matilde, 6ºB

A felicidade para mim é um dos melhores sentimentos que se pode sentir.
Sentes a felicidade quando alguém te faz feliz, quando a tua família te dá prendas e tu gostas.
Ser feliz é fazer o que tu gostas, ser feliz é ter paz, é se livre e ter amor.
É ter um bom coração para seres feliz e dar a felicidade aos outros.
Rosana, 6ºB

O que me faz feliz?

O que me faz feliz é estar com cavalos, porque me faz sentir seguro, dá-me conforto e também porque é um animal com espírito e personalidade. Para além desse, também gosto muito de vacas e cães.
Gosto de estar e conviver com pessoas que eu gosto, sobretudo as da minha família. 
Gosto de passear e conhecer novos sítios, principalmente históricos, brincar e divertir-me com os meus primos. Adoro comer, pois sinto-me bem, é demasiado gostoso!

Fábio Júnior, 6ºC